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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Pirelli F1: Na Holanda com o formato Sprint

 

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A Fórmula 1 retoma suas atividades com um fim de semana no formato Sprint. O GP da Holanda, em Zandvoort, também adotará esse formato. Localizado às margens do Mar do Norte, o circuito tem 4,259 quilômetros de extensão e 14 curvas. Sua característica mais marcante são as duas curvas inclinadas (curvas 3 e 14), cujo grau de inclinação é ainda mais acentuado do que em Indianápolis.

Para a etapa holandesa, os compostos selecionados são C2, C3 e C4, a mesma escolha do ano passado. A opção por um trio mais macio contribuiu para uma corrida com duas paradas, favorecida pelas neutralizações, na qual todos os compostos disponíveis foram utilizados.

O circuito, situado a apenas 40 quilômetros de Amsterdã, oferece baixo nível de aderência tanto pelas características de seu asfalto, que foi recapeado em diversos trechos ao longo dos anos, quanto pela areia trazida pelo vento das praias próximas. Esse fenômeno pode reduzir a aderência não apenas de um dia para o outro, mas, em alguns casos, até mesmo de uma sessão para outra.

O circuito de Zandvoort é particularmente exigente com os pneus em termos de densidade energética devido à sua volta curta e ao grande número de curvas, algumas delas percorridas em alta velocidade. As duas curvas inclinadas, com inclinações de 19 e 18 graus, respectivamente, geram forças verticais e laterais extremamente elevadas sobre os pneus.

terça-feira, 21 de julho de 2026

Pirelli F1: Clima quente em Budapeste

 

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O GP da Hungria marcará o encerramento da primeira parte da temporada antes da pausa de verão. Nos últimos dois anos, o circuito passou por um amplo programa de reforma, que afetou o paddock, as áreas de hospitalidade, além da pista e das arquibancadas. Para o GP da Hungria de 2026, as curvas 1 e 12 receberam novo asfalto, dando continuidade ao trabalho realizado no ano passado no pit lane e no grid de largada.

O circuito tem 4,381 quilômetros de extensão e conta com 14 curvas. Costuma ser comparado a uma pista de kart devido ao seu traçado curto e sinuoso. Há apenas uma reta de verdade, que coincide com a linha de largada/chegada, representando uma das poucas oportunidades de ultrapassagem. No restante do traçado, os pilotos enfrentam inúmeras curvas, algumas delas de 180°, percorridas 70 vezes ao longo da corrida. Por esse motivo, os ajustes de configuração dos carros costumam ser muito semelhantes aos utilizados em Mônaco.

Assim como no Principado, os três compostos mais macios da gama também serão usados em Budapeste. C3, C4 e C5 são a escolha ideal para uma pista lenta, na qual tração e estabilidade de frenagem são fundamentais para enfrentar as mudanças de direção. O asfalto apresenta rugosidade acentuada devido à idade dos trechos que não foram renovados, e os níveis de aderência estão entre os mais baixos da temporada, com evolução significativa da pista ao longo do fim de semana.

As temperaturas de pista no Hungaroring costumam ser as mais altas registradas durante toda a temporada. A degradação térmica é, portanto, um dos principais fatores que influenciam a performance dos pneus, especialmente no eixo traseiro, devido à predominância de fases de tração. A granulação também pode surgir nos compostos mais macios.

terça-feira, 30 de junho de 2026

Pirelli F1: Os desafios de Silverstone, o berço do motorsport

 

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O GP da Grã-Bretanha é a primeira das duas corridas que terão a Pirelli como title sponsor neste ano. A empresa italiana também emprestará seu nome ao GP da Itália, associando assim sua marca às duas corridas históricas com o maior número de edições no Campeonato Mundial de Fórmula 1.

As etapas da Grã-Bretanha e da Itália são as únicas duas corridas realizadas ininterruptamente todos os anos desde o início do campeonato, em 1950, mantendo o mesmo nome. A primeiríssima corrida de Fórmula 1 em Silverstone foi vencida com pneus Pirelli Stella Bianca por Giuseppe Farina, ao volante de uma Alfa Romeo.

O próximo evento será a 77ª edição do GP da Grã-Bretanha, a 60ª sob este nome em Silverstone, e a 518ª corrida com a presença da Pirelli no campeonato. A pista, localizada ao norte de Northampton, é uma das mais utilizadas no mundo do motorsport. O circuito tem 5,891 km de extensão, e a última grande revisão de seu traçado ocorreu em 2010, quando foi introduzido um novo trecho entre as curvas Abbey e Brooklands.

Atualmente, a pista conta com 18 curvas (10 à direita e 8 à esquerda), algumas das quais geram forças laterais muito altas, com mudanças rápidas de direção em alta velocidade. Sequências como Maggotts-Becketts-Chapel, combinadas com as retas, levaram Lewis Hamilton, o piloto com mais vitórias em Silverstone, a dizer que pilotar ali é como estar na cabine de um caça.

A seleção para o fim de semana é composta pelos compostos mais duros da gama. C1, C2 e C3 foram escolhidos devido à alta severidade do circuito, que causa desgaste dos pneus. As acelerações registradas em alguns trechos ultrapassam 5g, valores semelhantes aos observados em Suzuka e Spa. O eixo dianteiro é o mais exigido, com o pneu dianteiro esquerdo particularmente propenso ao desgaste devido à predominância de curvas à direita.

O asfalto da pista não é abrasivo e apresenta rugosidade relativamente baixa. Ele já oferece um bom nível de aderência graças ao uso contínuo do circuito ao longo do ano, tanto em competições de duas quanto de quatro rodas.

Levando todos os fatores em conta, esperamos que as equipes tentem completar a corrida de domingo com uma estratégia de um único pit stop, utilizando os dois compostos com maior aderência, C2 e C3. Este último é a única opção que apresentou alguma granulação nos últimos anos, enquanto C1 e C2 se mostraram mais consistentes mecanicamente. O pneu branco-Duro tem grande probabilidade de ser usado no TL1, já que este ano o fim de semana terá formato Sprint.

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Pirelli F1: Gama completa de pneus da Pirelli para Spielberg e Silverstone

 

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A gama completa de compostos da Pirelli estará em uso nas etapas de Spielberg e Silverstone. No GP da Áustria, as equipes poderão utilizar as três opções mais macias, C3, C4 e C5, enquanto no GP da Grã-Bretanha a seleção volta ao trio mais duro, C1, C2 e C3.

O Red Bull Ring é o circuito com menor número de curvas e o menor tempo de volta no calendário do Campeonato Mundial. As fortes frenagens e acelerações impostas pelo traçado fazem com que os pneus estejam sujeitos a uma degradação de origem predominantemente térmica, sem que os eixos sejam expostos a altas cargas laterais. O desgaste não é um fator decisivo, ainda que a superfície do circuito seja antiga e apresente um alto nível de abrasividade.

Este ano, o fim de semana do GP da Grã-Bretanha adotará o formato Sprint. Silverstone é um dos circuitos mais longos do calendário e é caracterizado por curvas de alta velocidade que geram forças laterais muito elevadas, semelhantes às observadas em Suzuka e Spa-Francorchamps. Como resultado, o eixo dianteiro é o mais exigido, com o pneu do lado esquerdo mais sujeito ao desgaste devido à predominância de curvas à direita. A Pirelli é o Title Sponsor do fim de semana de corrida, como também será no GP da Itália, associando seu nome aos dois eventos históricos que foram realizados o maior número de vezes no Campeonato Mundial de Fórmula 1.

Néctar Comunicação Corporativa / Assessoria de Imprensa da Pirelli 

 

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Pirelli F1: Gama completa de pneus de F1 para os primeiros três GPs de 2026

 

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 Todos os novos compostos da Pirelli já estarão em ação durante as três primeiras corridas de 2026 com o anúncio de hoje dos compostos para as provas de abertura da próxima temporada:

Austrália, China e Japão. Os compostos escolhidos para essas corridas vão do mais duro ao mais macio, como já ocorreu em 2025.  

Para Melbourne, de 6 a 8 de março, as escolhas são C3, C4 e C5. Em 2024, essa combinação favoreceu uma estratégia de duas paradas, utilizando os três compostos. No início deste ano, as condições climáticas variáveis levaram ao uso de pneus Intermediários em uma corrida que pôde ser dividida em três fases distintas, com apenas a parte central permitindo o uso de pneus slick.  

Para Xangai, de 13 a 16 de março, foi selecionada a faixa intermediária de compostos: C2, C3 e C4. Neste ano, as equipes tiveram de lidar com um asfalto totalmente recapeado ao longo do traçado de 5,451 quilômetros. As exigências laterais e longitudinais sobre os pneus são próximas da média da temporada, com o lado esquerdo do carro sendo o mais solicitado em termos de desgaste. No próximo ano, Xangai voltará a sediar o primeiro fim de semana com Sprint.  

Suzuka, de 27 a 29 de março, é uma das pistas mais desafiadoras do ano para os pneus e, por isso, exige a seleção mais dura: C1, C2 e C3. Em 2025, as baixas temperaturas da pista e a maior resistência a granulação permitiram que os pilotos estendessem seus stints com os pneus Duro e Médio, realizando apenas uma parada. A situação foi diferente em 2024, quando a degradação térmica levou a pelo menos duas paradas. 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Pirelli F1 - Em Abu Dhabi para o primeiro passo rumo à F1 do futuro

 

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Abu Dhabi recebe o último GP da temporada e também a última aparição em um fim de semana de corrida para a medida de pneu que a Fórmula 1 utiliza desde 2022.

A partir da próxima temporada, mantendo o diâmetro de aro de 18 polegadas, os pneus serão ligeiramente mais estreitos para se adequarem à nova geração de carros desenvolvidos como parte da revisão dos regulamentos técnicos.

Na terça-feira seguinte ao GP (9 de dezembro), o circuito de Yas Marina sediará um teste em grupo com os pilotos ao volante de carros-mula, adaptados para se adequarem à gama de pneus de 2026. (Veja o parágrafo “Palavra-chave”).

Mas antes disso, será hora de celebrar no último pódio do Campeonato Mundial de 2025, em que os pilotos vestirão uma edição especial do famoso boné da Pirelli. O Boné de Pódio de Abu Dhabi, produzido pela Pirelli Design em colaboração com o designer Denis Dekovic, é de cor bege, evocando as dunas do deserto, e pode ser adquirido no site de e-commerce dedicado, https://store.pirelli.com.     

Os compostos

A Pirelli mantém a seleção habitual de compostos para a última corrida da temporada em Abu Dhabi: C3, C4 e C5. Historicamente, a pista de Yas Marina apresenta granulação nos pneus, mas desde o ano passado esse fenômeno parece estar relativamente limitado e a maior resistência dos pneus atuais poderia reduzi-lo a tal ponto que até mesmo o Macio, normalmente utilizado apenas na classificação, poderia ser um pneu em torno do qual seria montada uma estratégia de corrida. Nesta pista, a degradação é de natureza térmica e geralmente é observada nos pneus traseiros devido à necessidade de tração, especialmente no setor final.

terça-feira, 20 de maio de 2025

Pirelli F1 - Dois pit stops obrigatórios em Mônaco

 

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O GP de Mônaco é um dos mais icônicos e prestigiados eventos do calendário da Fórmula 1, não somente por conta de sua longa história, mas também devido à mística ao seu redor. Ele foi realizado pela primeira vez em 1929, o que o torna uma das corridas mais antigas do esporte, e também faz parte do que é conhecido como a Tríplice Coroa do motorsport, juntamente com as 24 Horas de Le Mans e as 500 Milhas de Indianápolis. Ruas estreitas, curvas fechadas, subidas e descidas íngremes e o famoso túnel que leva ao porto são algumas das características que definem Mônaco como uma pista como nenhuma outra. É um lugar onde a precisão é mais importante do que a potência, praticamente sem espaço para erros.

Além da corrida em si, o GP de Mônaco é um evento social único, uma mistura de esporte, elegância e glamour, gerando uma atmosfera própria. Do ponto de vista técnico, é uma corrida muito complicada: os carros correm com o máximo de downforce aerodinâmico e, com oportunidades de ultrapassagem muito limitadas, a classificação geralmente desempenha um papel fundamental para determinar o vencedor. Em última análise, Mônaco é muito mais do que apenas uma corrida, é uma celebração simbólica da essência mais pura e espetacular da Fórmula 1.

Mais uma vez, os pilotos que chegarem ao pódio vestirão uma edição especial do clássico Boné de Pódio da Pirelli, desenhado por Denis Dekovic e com as cores da bandeira monegasca. Essa é a quinta versão do Boné de Pódio lançada este ano pela Pirelli Design e já está à venda na plataforma de comércio eletrônico dedicada (https://store.pirelli.com/).

Os compostos

Pela segunda corrida consecutiva, a Pirelli selecionou os três compostos mais macios da gama de 2025. Como em Ímola, na semana passada, o C4 será o Duro, o C5 será o Médio e o C6 será o Macio, sendo os dois primeiros os compostos obrigatórios para a corrida.

Neste fim de semana, haverá uma alteração importante nos regulamentos, especificamente para este evento. Durante a corrida, dois pit stops serão obrigatórios (para obter uma explicação completa, consulte a seção “Palavra-chave” abaixo).

segunda-feira, 19 de maio de 2025

Pirelli F1: GP da Emília-Romanha - Um dia amarelo e vermelho em Ímola para os Treinos Livres 1 e 2

 

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O primeiro dia de ação na pista do GP da Emília-Romanha e do Made in Italy viu a McLaren brilhar mais uma vez. Nas duas sessões de treinos livres, Oscar Piastri foi o líder, logo à frente de Lando Norris, no topo da tabela de tempos. O líder do campeonato marcou 1min16s545 no TL1 e depois foi um segundo mais rápido, registrando 1min15s293 no TL2. A diferença entre o australiano e seu companheiro de equipe foi de apenas 32 milésimos na primeira sessão e 25 na segunda.

O C6, o composto mais macio da gama de 2025, fez sua estreia oficial hoje em Ímola. Durante as duas horas de treinos, o Duro não foi utilizado, nem mesmo para a volta de preparação que algumas equipes costumam fazer. Isso indica que o C4 desempenhará um papel fundamental na corrida de domingo. Os pneus macios e médios foram utilizados exatamente na mesma medida, com cada um completando um total de 2.307,230 quilômetros, em 470 voltas.

SIMONE BERRA – ENGENHEIRO CHEFE DA PIRELLI

“Houve um grande interesse na estreia do C6, tanto da nossa parte quanto das equipes e dos pilotos. Afinal, o Macio para este GP nunca foi utilizado nesses carros e a última vez que foi utilizado em pista foi na sessão de testes de fim de ano realizada em Abu Dhabi, em dezembro.

“À primeira vista, a impressão é positiva. O C6 provou ser um excelente pneu de classificação, possibilitando aos pilotos força máxima durante toda a volta, sem sofrer uma queda de desempenho no setor final. Além disso, com o gerenciamento cuidadoso da fase de resfriamento, ele se mostrou capaz de proporcionar pelo menos mais uma volta competitiva. No TL1, vimos o pneu completar uma série de voltas sem que aparecesse qualquer granulação. 

quarta-feira, 9 de abril de 2025

Pirelli F1 - No Bahrein com conhecimento prévio

 

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 São pouco mais de oito mil quilômetros em linha reta entre os palcos da terceira e quarta etapas da temporada de 2025. Do Japão, e da histórica pista de Suzuka cercada por flores de cerejeira, a Fórmula 1 agora está se instalando no arquipélago semidesértico do Bahrein, no Golfo Pérsico. Uma diferença significativa, especialmente em termos de temperatura, uma vez que passará de um máximo inferior a 20°C, e as condições chuvosas da manhã do último domingo, para máximas previstas de cerca de 30°C para o próximo fim de semana.

Os compostos

Na verdade, a temperatura será uma variável muito importante quando se trata de gerenciamento de pneus na quarta corrida do ano. Como foi o caso em Suzuka, as equipes poderão escolher entre os três compostos mais duros da gama de 2025 da Pirelli, ou seja, o C1 como Duro, o C2 como Médio e o C3 como Macio. No entanto, as características da pista de Sakhir e as temperaturas, exigirão uma abordagem diferente da adotada na semana passada no Japão.

De fato, todas as equipes terão uma boa linha de base para começar a trabalhar, já que na última semana de fevereiro o circuito de Sakhir sediou o único teste de pré-temporada, de acordo com os regulamentos esportivos de 2025. Isso significa que todos terão muitos dados para trabalhar, quando se trata de configurar os carros e escolher as melhores estratégias para a classificação e a corrida.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

Pirelli F1 - A história se repete em Sakhir: Sainz é o mais rápido no segundo dia de testes

 

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“A história se repete”, escreveu Karl Marx em ‘O 18 de Brumário de Luís Bonaparte’. Podemos ignorar a segunda parte dessa famosa frase, mas é verdade que as notícias, inclusive as notícias sobre esportes, muitas vezes se repetem. Esse é o caso ao final do segundo dia de testes oficiais de Fórmula 1 no circuito de Sakhir, onde Carlos Sainz marcou o tempo mais rápido, assim como fez no segundo dia do ano passado, com uma diferença importante: em 2024 o espanhol estava pilotando uma Ferrari e este ano ele está ao volante de uma Williams. Sainz fez o melhor tempo de 1min29s348 com o pneu C3 na 63ª de suas 127 voltas, um tempo 573 milésimos mais rápido do que o seu melhor de 12 meses atrás. Isso encerra seu teste, já que amanhã o companheiro de equipe Alex Albon pilotará durante todo o dia.

Atrás de Sainz vieram os dois pilotos da Ferrari que dividiram a SF-25. Lewis Hamilton foi mais rápido que Charles Leclerc por apenas 52 milésimos - 1min29s379 para o inglês e 1min29s431 para o monegasco. Eles também fizeram seus melhores tempos utilizando o composto C3.

Hoje estava frio mais uma vez, com temperaturas oscilando entre 13 e 18°C, o que é definitivamente incomum para o Bahrein, assim como a chegada da chuva, que fez com que os 18 pilotos ficassem em suas garagens por um bom tempo: 18 porque Max Verstappen e Alex Albon não pilotaram hoje. A única exceção foi Esteban Ocon, que levou sua Haas para um stint com um conjunto de pneus Intermediários, a primeira vez que esse pneu foi utilizado em Sakhir desde os testes em abril de 2017, cortesia de Daniel Ricciardo na Red Bull. Na verdade, o piloto francês fez apenas três práticas de largada. 

quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

Pirelli F1 - Quando uma temporada termina em Abu Dhabi, a próxima começa

 

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O último dia de ação na pista para encerrar a temporada de 2024 da Fórmula 1 ocorreu hoje em Abu Dhabi. O circuito de Yas Marina sediou o habitual teste de fim de temporada, que há vários anos ocorre após o último GP. Todas as dez equipes participaram, cada uma com dois carros, trabalhando em diferentes frentes. Um carro de cada equipe teve que ser pilotado por um “piloto novato”, definido pela FIA como alguém que não participou de mais do que dois GPs, enquanto os pilotos do outro carro estiveram livres de quaisquer restrições e, na verdade, alguns pilotos já estiveram trabalhando com suas novas equipes para o próximo ano.

Os pneus disponíveis para esses dois grupos também eram diferentes e, enquanto os novatos utilizaram os mesmos compostos de 2024 que estiveram disponíveis para o GP do último final de semana, nos outros carros, os pilotos puderam avaliar os compostos homologados que a Pirelli fornecerá na próxima temporada, depois de desenvolvê-los em conjunto com as equipes no último ano. O único ausente foi o pneu C1, pois ele não é adequado para esta pista.

Cada jovem piloto teve oito jogos de pneus disponíveis: dois C3, quatro C4 e dois C5. Os outros pilotos tinham dez jogos para utilizar: um C2, três C3 e C4, dois C5 e um C6, sendo este último o novo composto ultramacio, que é um acréscimo à gama de 2025, destinado ao uso em alguns circuitos de rua. Ao contrário do “teste em competição” realizado no fim de semana do GP da Cidade do México, a Pirelli não definiu um programa padrão para a utilização dos pneus 2025, deixando as equipes livres para utilizá-los como quisessem, a fim de coletar dados vitais para o desenvolvimento dos carros do próximo ano. Por fim, conforme decretado pela FIA, nenhum carro pôde levar qualquer componente que não tivesse sido utilizado durante um fim de semana de corrida.

quarta-feira, 27 de novembro de 2024

Pirelli F1 - Zebras, um tópico importante no Catar

 

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Na última quinzena da temporada da Fórmula 1, o circo volta para o Oriente Médio. Embora o título de pilotos agora esteja decidido, com Max Verstappen coroado pelo quarto ano consecutivo, para as três equipes que ainda têm chances de conquistar o título de construtores, McLaren à frente de Ferrari e Red Bull, ainda há tudo em jogo, com 103 pontos na mesa.

A última sequência de corridas desta que é a mais longa temporada da Fórmula 1 começa no Catar, sexto fim de semana de GP a ser disputado no formato Sprint este ano. 13.000 quilômetros em linha reta e uma diferença de fuso-horário de onze horas separam Doha de Las Vegas. Ambas são corridas noturnas, realizadas à beira de grandes desertos, mas é aí que as semelhanças terminam. Em Nevada, os pilotos tiveram que lidar com um circuito de rua com curvas de média a baixa velocidade e temperaturas do ar e da pista pouco acima da marca de 10 °C. No Catar, por outro lado, o GP é realizado em um circuito permanente com curvas de velocidade média-alta e temperaturas ambientes em torno de 25 °C.

No que diz respeito aos pneus a serem utilizados, apenas o C3 foi trazido de Las Vegas. Na verdade, na pista de Lusail, os pneus são submetidos a níveis de energia comparáveis aos de Suzuka e Silverstone e, portanto, o trio de compostos mais duros da gama de 2024 será utilizado, com o já mencionado C3 como o Macio, o C2 como o Médio e o C1 como o Duro.

Esta é a terceira edição do GP do Catar, sendo que os dois eventos anteriores foram realizados em 2021 e 2023. No ano passado, o fim de semana foi afetado por uma decisão tomada pela FIA, impondo um máximo de 18 voltas no número de pneus que um jogo poderia completar na corrida, o que levou todos os pilotos a fazerem três pit stops. A decisão do diretor de prova foi considerada necessária após uma notificação dos engenheiros da Pirelli. Após a análise habitual dos pneus devolvidos pelas equipes depois do primeiro e do segundo dia de atividade na pista, foi apontada a possibilidade de micro lacerações nas paredes laterais entre o composto da banda de rodagem e os cordões da carcaça, causadas pelo impacto gerado pela condução repetida sobre as zebras em algumas curvas.

segunda-feira, 18 de novembro de 2024

Pirelli F1 - A quarta visita da Fórmula 1 a Las Vegas

 

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Neste fim de semana, a Fórmula 1 correrá em Las Vegas pela quarta vez. Depois de dois eventos realizados em uma pista construída ao redor do Caesars Palace em 1981 e 1982, no ano passado os GPs encontraram um novo lar na capital mundial do entretenimento, com a pista utilizando parte da famosa Strip, que dá nome ao evento.

O GP de Las Vegas é a terceira etapa deste ano a ser realizada nos Estados Unidos, depois de Miami e Austin. Depois do circuito de Spa-Francorchamps, com 7,004 quilômetros de extensão, a pista de Nevada é a segunda mais longa do calendário, com 6,201 quilômetros. Ela tem 17 curvas, que são percorridas mais de 50 vezes na corrida. É uma pista de alta velocidade, com três retas e máximas que atingiram 350 km/h no ano passado, com várias oportunidades de ultrapassagem, principalmente na curva 14.

Mais uma vez este ano, a ação na pista começa com duas sessões de treinos livres que dão início ao evento na quinta-feira, culminando na corrida no sábado à noite, realizada totalmente sob holofotes. Há outros eventos que fazem o mesmo – Bahrein, Arábia Saudita, Singapura, Qatar e Abu Dhabi – mas nenhum apresenta uma queda tão grande de temperatura entre o dia e a noite como o evento deste fim de semana. Isso se deve ao fato de a cidade estar localizada no deserto de Mojave, enquanto as outras quatro estão a uma curta distância do mar. Além disso, a data de novembro elimina a possibilidade do clima mais comum de primavera ou verão da maioria dos GPs. Portanto, é muito provável que os carros corram em temperaturas do ar de cerca de 10ºC, com temperaturas de pista bastante semelhantes.

Como se tornou a norma para circuitos de rua, a Pirelli selecionou os três compostos mais macios para a corrida, ou seja, o C3 como Duro, o C4 como Médio e o C5 como Macio, como em 2023. O principal desafio relacionado aos pneus será o aquecimento, especialmente durante a classificação e para o eixo dianteiro em particular. Os pilotos terão de tomar cuidado para aumentar a temperatura dos pneus sem sobrecarregá-los, evitando travamentos nos pontos de frenagem mais fortes, especialmente no final das retas mais longas, durante as quais os pneus sofrerão uma maior redução na temperatura da superfície. Além disso, as baixas temperaturas levam a uma redução da aderência, o que pode gerar uma maior granulação. Esses fatores podem causar uma aceleração do processo de desgaste, o que sugere uma estratégia de duas paradas, que foi de fato a escolha mais popular no ano passado. No entanto, uma única parada pode ser uma estratégia competitiva, especialmente se o piloto aumentar gradualmente a temperatura dos pneus, prolongando sua vida útil durante um stint mais longo. Devido à dificuldade de aquecimento, parar cedo para tentar recuperar posições com um undercut não é muito eficiente e, de fato, no papel, fazer uma parada mais distante é uma escolha melhor.

quarta-feira, 30 de outubro de 2024

Pirelli F1: GP de São Paulo - Um quebra-cabeça difícil em Interlagos

 

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O GP de São Paulo encerra a longa viagem da Fórmula 1 nas Américas, com as corridas em Austin, Cidade do México e agora Interlagos, todas com intervalos de uma semana.

Há um ponto em comum, muito duvidoso neste caso, que liga as três pistas mencionadas: o asfalto novo. No entanto, enquanto em Austin e na Cidade do México apenas partes da pista foram recapeadas, em São Paulo todos os 4,309 quilômetros foram renovados, incluindo o pit lane. O trabalho foi concluído recentemente e depois o asfalto foi completamente limpo, utilizando um sistema de lavagem com água de alta pressão que remove o brilho que normalmente aparece no betume novo, o que também aumentou a abrasividade da superfície.

Por isso, a superfície da pista será um fator completamente desconhecido para pilotos e equipes neste fim de semana. Para complicar ainda mais o quebra-cabeça, a Pirelli optou por trazer ao Brasil um trio de compostos mais macios do que no ano passado: o C3 será o Duro, com o C4 como Médio e o C5 como Macio. Além disso, é um fim de semana Sprint, de modo que há apenas uma sessão de treinos livres para as equipes encontrarem a melhor configuração, mesmo que, como visto em Austin, a corrida "curta" tenha sido muito útil para ajustar o equilíbrio do carro para a principal.

Em Interlagos, as forças laterais e longitudinais exercidas sobre os pneus nas 15 curvas desta pista no sentido anti-horário são de intensidade média a baixa e bem-distribuídas em ambos os eixos. Além disso, a nova superfície da pista pode reduzir os tempos de volta e, como consequência, aumentar o estresse a que os pneus estão sujeitos.

terça-feira, 22 de outubro de 2024

Pirelli F1 - No México, um importante passo para 2025

 

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A segunda parada na longa viagem da Fórmula 1 para as Américas acontece na capital mexicana, Cidade do México, antes do circo seguir para São Paulo para encerrar a sequência de três corridas. No circuito nomeado em homenagem aos irmãos Pedro e Ricardo Rodriguez, os pneus disponíveis são o C3 como Duro, o C4 como Médio e o C5 como Macio, um degrau mais macio do que anteriormente, como já foi o caso no ano passado, decisão tomada para abrir mais opções estratégicas para a corrida.

O primeiro dia de ação na pista, sexta-feira (25 de outubro), será um pouco diferente do habitual. A segunda sessão de treinos livres será inteiramente dedicada à validação dos compostos mais macios da gama de 2025 da Pirelli (C4, C5 e C6), no que é conhecido como um teste em competição. A sessão é estendida em 30 minutos, para 90, e todos os pilotos e equipes terão de seguir um programa específico estabelecido pelos engenheiros da Pirelli. Além da alocação de pneus de pista seca especificamente para o GP (dois conjuntos de duros, três de médios e sete de macios, um a menos do que o habitual), cada piloto terá dois conjuntos adicionais de pneus: um será idêntico ao disponível para o fim de semana, para atuar como uma base, enquanto o outro será uma opção de protótipo de 2025, tanto em termos de composto quanto de construção – na verdade, este último já homologado em setembro.

Esses dois conjuntos não terão faixas coloridas nas laterais. O plano é que o programa inclua um stint de performance e um stint longo para cada conjunto, com cada equipe percorrendo o mesmo número de voltas com a mesma quantidade de combustível a bordo, dependendo do tipo de stint. A única exceção será no caso de um piloto de corrida regular ser substituído no TL1 por um piloto jovem. Esses pilotos de corrida realizarão o teste da Pirelli por apenas 60 minutos no TL2 e terão um conjunto adicional de pneus de composto médio para recuperar o máximo possível de dados para o restante do fim de semana. Todos os dados do teste serão analisados pelos engenheiros da Pirelli para ajustar as características dos compostos antes do teste em grupo em Abu Dhabi, que começa na terça-feira após a etapa final do campeonato de 2024. Isso significa que as equipes terão de preparar seus carros para a classificação e a corrida no espaço de duas horas: TL1 na sexta-feira e TL3 no sábado.

terça-feira, 15 de outubro de 2024

Pirelli F1: GP dos Estados Unidos - Há um novo Heroo na Fórmula 1

 

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Em qualquer discussão sobre Fórmula 1, são sempre os pilotos que são tratados como heróis, e com razão, pois correm a mais de 300 km/h, reclinados em um cockpit feito sob medida espremido em uma concha de fibra de carbono, com uma Unidade de Potência de 1000 cavalos e uma célula com pouco mais de 100 litros de combustível logo atrás deles. Embora seja verdade que o nível mais alto do motorsport é muito mais seguro do que antes, mesmo em comparação com o passado bem recente, isso não diminui em nada a natureza heroica do papel do piloto. Então, a Pirelli escolheu ilustrar esse fato tendo um herói bastante incomum no pódio, na forma do troféu oferecido aos três primeiros colocados no GP PIRELLI DOS ESTADOS UNIDOS DE FÓRMULA 1 2024 e que atende pelo nome de Heroo!

O Heroo foi criado pelo artista e designer italiano Matteo Macchiavelli, em colaboração com a Pirelli Motorsport. É uma interpretação da conexão entre o carro de corrida e seus pneus, ao mesmo tempo em que é uma obra de arte que une beleza e elegância com a emoção, sensação de velocidade e qualidade dos materiais que compõem um carro de Fórmula 1. O troféu tem a forma de uma silhueta humana com os braços erguidos em triunfo, todo envolto em fibra de carbono, apoiado em uma base de borracha. Os do piloto vencedor do GP e do representante da equipe se destacam com o capacete pintado em amarelo dourado, salpicado com pó de ouro, enquanto prata e titânio são as cores e o acabamento escolhidos para o segundo e o terceiro colocados, respectivamente. O pódio de Austin não será uma aparição única para o Heroo, pois as réplicas serão produzidas em uma tiragem limitada para colecionadores e fãs de brinquedos artísticos colecionáveis.

O Heroo não é a única novidade que a Pirelli está trazendo para Austin. Como já foi o caso em Miami, Montreal, Silverstone e Monza, haverá uma edição especial de Austin do Boné de Pódio. O boné deste fim de semana é feito de jeans, que foi utilizado pela primeira vez para fazer roupas de trabalho, especialmente calças, desde a década de 1930. Agora, eles estão praticamente em uso diário, popularizados por estrelas de cinema como Marlon Brando e James Dean, que lhes deram significado cultural como um símbolo de liberdade e rebelião. Assim como os outros bonés de edição especial, os Austin Podium Caps também estarão à venda em https://afbmotorsport.com/en/contenido/pirelli-podium-cap-f1-special-editions-26 e nas plataformas Fanatics e Stichd.

segunda-feira, 18 de março de 2024

Pirelli F1: GP da Austrália - Composto C5 da Pirelli faz sua estreia

 

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 O pneu C5 da Pirelli – o mais macio dos cinco compostos de pista seca disponíveis esse ano – fará sua estreia no GP da Austrália, terceira etapa da temporada de 2024. Ele foi nomeado ao lado do C4 (usado em Jeddah) e do C3, que é visto em praticamente todas as corridas.

Esta é uma seleção mais macia em comparação com o ano passado, quando C2, C3 e C4 foram os escolhidos, mas não é a primeira vez que o composto mais macio é visto em Melbourne. Em 2022, a Pirelli trouxe o C5 como indicação de macio (quando foi combinado com C3 como médio e C2 como duro, deixando o C4 de fora).

A decisão de optar por uma seleção mais macia foi tomada após análise da corrida do ano passado, que se centrou no C2, com 10 pilotos o utilizando por 47 das 48 voltas, e três pilotos correndo com ele por mais de 50 voltas. O GP da Austrália de 2023 foi caracterizado por inúmeras paralisações, incluindo três safety cars e três bandeiras vermelhas, com duas relargadas do grid e uma relargada em movimento.

O traçado de Albert Park é formado por 14 curvas, tendo sido recentemente redesenhada para torná-la mais fluida. Ainda é complicado ultrapassar, embora não tão difícil como era no passado. Historicamente, uma estratégia de parada única tem sido a opção favorita, mas a mudança para uma escolha de pneus mais macios pode mudar isso – bem como criar situações em que a diferença de ritmo entre os carros como resultado de diferentes níveis de desempenho dos pneus, ajuda a ultrapassar.

sexta-feira, 15 de março de 2024

Pirelli F1 - Definidos os compostos P Zero para Suzuka, Xangai e Miami

 

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A Pirelli revelou os compostos indicados disponíveis para os próximos GPs no Japão, na China e em Miami, cobrindo o período de 7 de abril a 5 de maio. Em Suzuka, uma das pistas mais exigentes para os pneus em termos de carga, os três compostos foram nomeados sem surpresa: C1 como Duro, C2 como Médio e C3 como Macio. 

Para as outras duas corridas, foi selecionado o trio do meio da gama dos compostos: C2 como Duro, C3 como Médio e C4 como Macio; mesmo que essas duas pistas tenham características muito diferentes. Xangai está de volta após cinco anos de ausência. 

Como resultado, a forma como a nova geração de carros introduzida em 2022 interage com a pista – que traz uma mistura de diferentes curvas e uma das retas mais longas da F1 com cerca de 1,2 quilômetros – é uma incógnita. 

 Em Miami, por outro lado, numa pista que é relativamente gentil com os pneus, o desconhecido será representado pelas temperaturas ambientes. Estas podem ser bem altas nesta época do ano, causando níveis significativos de degradação térmica.

Néctar Comunicação Corporativa / Assessoria de Imprensa da Pirelli

 

quarta-feira, 6 de março de 2024

Pirelli F1 - Compostos do meio da gama para o GP da Arábia Saudita

 

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Poucos dias depois das cortinas se abrirem no Bahrein, a Fórmula 1 partiu do Golfo Pérsico para o Mar Vermelho para a segunda etapa, que acontece de quinta-feira, 7, a sábado, 9 de março. Embora a distância, em linha reta, da pista permanente de Sakhir ao circuito urbano de Jeddah seja de apenas 1.260 quilômetros, as características da pista não poderiam ser mais diferentes. De uma pista com asfalto muito abrasivo, onde a degradação térmica é particularmente alta e onde a estabilidade na frenagem e na tração são fatores-chave, passa-se agora para uma pista com superfícies bastante lisa e com velocidades muito altas (uma média por volta de 250 km/h), perdendo apenas para Monza nesse quesito.

Com 6,174 quilômetros de extensão, é a segunda pista mais longa do calendário, particularmente sinuosa com 27 curvas, o maior número de qualquer circuito, e no sábado os pilotos vão percorrê-la 50 vezes. O fato de muitas curvas serem de média a alta velocidade significa que os pneus estão sujeitos a altas forças laterais. Tal como no Bahrein, a classificação e a corrida acontecem à noite, começando às 20h00 no horário local, com temperaturas, portanto, mais baixas do que durante as primeiras sessões de treinos livres na quinta e na sexta-feira.

Com base na experiência das três edições anteriores dessa corrida, a Pirelli escolheu seus três compostos do meio da gama: o C2 como o duro, o C3 como o médio e o C4 como o macio. Outra diferença em relação ao Bahrein é a estratégia de corrida. No último sábado, a esmagadora maioria dos pilotos fez duas paradas, com três paradas sendo a única outra opção provável. No entanto, em Jeddah, é bem possível imaginar uma corrida de uma parada, com pilotos trocando entre o Médio e o Duro dependendo de suas posições no grid. Como esse é um circuito de rua, não há muitas áreas de escape e por isso o risco de acidentes é bem elevado, bem como a possibilidade de ver o Safety Car na pista ou até mesmo ter bandeira vermelha. As ultrapassagens são bastante complicadas, com a melhor oportunidade surgindo na entrada da curva 1.

terça-feira, 28 de novembro de 2023

Pirelli F1 - Um teste que é quase outro GP de Abu Dhabi

 

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Com o campeonato mundial chegando ao fim no último domingo, havia apenas mais um dia de testes para ser cumprido no circuito de Yas Marina, em Abu Dhabi, com todas as dez equipes correndo com dois carros cada.

A programação foi dividida em duas partes, com um carro reservado para jovens pilotos ganharem experiência na Fórmula 1, enquanto os pilotos regulares correram no outro carro em um teste de pneus. Como os compostos do próximo ano serão idênticos aos deste ano, a segunda parte do teste foi sobretudo uma oportunidade para otimizar o conjunto carro-pneu. Todas as informações obtidas, graças aos sensores extras instalados em comparação com um fim de semana de corrida normal, serão compartilhadas com a Pirelli.

Um total de 11 jovens pilotos foram à pista, sendo a Williams a única equipe a escalar dois deles. O piloto ítalo-argentino Franco Colapinto quarto colocado na Fórmula 3 este ano, guiou pela manhã antes de entregar o carro ao britânico Zak O'Sullivan. Muitos dos jovens pilotos em ação hoje também participaram do TL1 da última sexta-feira – como Robert Shwartzman pela Ferrari, Frederik Vesti pela Mercedes, o recém-coroado campeão da Fórmula 2 Theo Pourchaire pela Alfa Romeo, Felipe Drugovich pela Aston Martin, Jack Doohan pela Alpine e Pato O'Ward pela McLaren – assim como O'Sullivan.