segunda-feira, 22 de junho de 2026

Velocitta recebe a NASCAR Brasil em mais um capítulo da temporada 2026

 

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A NASCAR Brasil Series desembarca no Autódromo Velocitta, em Mogi Guaçu (SP), para a disputa da quarta etapa da temporada 2026. O evento será realizado entre os dias 26 e 28 de junho e terá como destaque duas corridas no domingo, válidas pelo campeonato.

Esta será a décima vez que o Velocitta recebe a categoria. Desde a estreia da NASCAR Brasil no circuito, em 2023, o autódromo se consolidou como uma das praças mais importantes do calendário, reunindo disputas equilibradas e grande presença de público.

Considerado um dos mais modernos e belos complexos automobilísticos do país, o Velocitta ocupa uma área de 600 mil metros quadrados, cercada por áreas verdes, lagos e palmeiras imperiais. O circuito foi projetado dentro dos mais rigorosos padrões internacionais de segurança e possui homologação da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) e da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) desde 2012.

Localizado na Fazenda Paineiras, o autódromo conta com 14 curvas em um traçado técnico e seletivo, com diferentes opções de configuração. Para esta etapa, a NASCAR Brasil utilizará o circuito curto, com 3.493 metros de extensão. Entre os pontos mais desafiadores está a Curva da Caipirinha, inspirada na famosa Eau Rouge, do circuito belga de Spa-Francorchamps, além da Ferradura, trecho que exige precisão e técnica dos pilotos.

Rolex 6 Horas de São Paulo: Após quarto lugar em Le Mans, Cadillac reencontrará o palco de sua vitória histórica

 

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A Cadillac Hertz Team JOTA voltará a Interlagos para a próxima etapa do Campeonato Mundial de Endurance da FIA carregando uma lembrança especial. Entre os dias 10 e 12 de julho, as 6 Horas de São Paulo marcarão o retorno da equipe ao circuito onde conquistou sua primeira vitória no FIA WEC e também sua primeira dobradinha na categoria Hypercar. A visita acontece após o quarto lugar obtido pelo Cadillac V-Series.R nº 12 nas 24 Horas de Le Mans. 

O melhor resultado da Cadillac na atual temporada foi alcançado justamente na prova mais tradicional do calendário. Em Le Mans, Norman Nato, Will Stevens e Louis Delétraz levaram o Cadillac Hertz Team JOTA nº 12 à quarta colocação após completar 381 voltas em 24:03:33.411. O trio terminou a corrida a 32.381 segundos do Toyota nº 7, vencedor da prova, em uma disputa que permaneceu aberta até as horas finais.

O resultado veio apesar dos contratempos enfrentados ao longo da corrida. O Cadillac nº 12 esteve envolvido na luta pelas primeiras posições durante grande parte da prova, mas uma penalização de passagem pelos boxes por infração de zona lenta e duas paradas de emergência comprometeram suas chances de disputar a vitória. 

Já o Cadillac Hertz Team JOTA nº 38, conduzido por Sébastien Bourdais, Jack Aitken e Earl Bamber, também apareceu entre os postulantes aos primeiros lugares. O carro permaneceu na disputa até sofrer um problema na direção hidráulica na metade da corrida. A falha custou sete voltas ao trio e culminou posteriormente no abandono após 218 voltas completadas. 

A temporada da Cadillac em 2026 começou em Imola. Na abertura do campeonato, o Cadillac nº 38 terminou em oitavo lugar e garantiu quatro pontos para a equipe, enquanto o nº 12 cruzou a linha de chegada na 13ª posição. Durante a corrida de seis horas, o carro nº 12 chegou a liderar na volta 72, mas perdeu terreno após cumprir uma punição de passagem pelos boxes por infração técnica sob bandeira amarela. 

TURISMO NACIONAL Max Frigerio e Sena Jr colocam G Racing no pódio

 

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A etapa da Turismo Nacional disputada em Cuiabá foi marcada por altos e baixos para o time G Racing. O argentino Max Frigerio e o gaúcho Luis Sena Jr. foram ao pódio, enquanto Guto Rotta, Maurício Vilhena e Bruno Massa tiveram corridas difíceis no meio do pelotão e sofreram com toques. Mesmo assim, ainda garantiram alguns pontos para o campeonato.

Max Frigerio subiu para o Top3 da classificação da categoria B após uma vitória na geral e outros dois pódios. Ele também faturou as quatro vitórias pela categoria Rookie, disparando na liderança do campeonato.

“Muito feliz com os resultados da etapa. Vencer sempre é bom”, declarou o jovem piloto argentino que faz sua primeira temporada no Brasil.

Pela categoria A, o gaúcho Luis Sena Jr. conquistou o terceiro lugar na última prova do fim de semana, já na madrugada de sábado para domingo.

Vicente Capela tem evolução com nova equipe e garante o Top 7 no Espanhol de Kart

 

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O piloto português Vicente Capela (Patrocinador: Interkran / Equipe: NMS Motorsport / Chassis: Birel ART) alcançou neste fim de semana o seu melhor desempenho da temporada no Campeonato Espanhol de Kart ao finalizar a 3ª etapa da competição entre os sete melhores colocados da categoria Júnior. As corridas foram disputadas no Kartódromo de Chiva, em Valência, um dos traçados mais técnicos do calendário e reunindo um grid altamente competitivo com 48 pilotos. O resultado reforça a evolução do representante da cidade de Beja-POR e mostra o potencial da nova fase em sua carreira.

Os sinais positivos já eram evidentes desde os treinos livres. Integrado à estrutura da NMS Motorsport e utilizando o chassis Birel ART, Vicente mostrou rápida adaptação ao novo equipamento e à nova equipe. Na soma de todas as sessões preparatórias, o português figurou entre os dez mais rápidos da categoria, demonstrando consistência, velocidade e confiança para enfrentar um dos fins de semana mais importantes da temporada.

“O  nosso ritmo se destacou desde o início. Integrar uma nova equipa quando a época vai a meio é sempre um desafio, mas fomos recebidos de braços abertos, e isso torna tudo mais fácil. Obrigado a toda a equipa pelo trabalho incansável”, comentou Vicente.

Na tomada de tempo realizada no sábado (20), Vicente confirmou o excelente momento ao registrar a marca de 57s011. O desempenho garantiu a 2ª melhor volta em seu grupo e o 4º melhor tempo na classificação geral, resultado que lhe assegurou uma posição privilegiada na segunda fila do grid para as baterias classificatórias. A performance reforçou o trabalho desenvolvido nos ajustes do kart e a sintonia crescente entre piloto e equipe.

Na primeira bateria classificatória, Capela demonstrou agressividade e maturidade na condução. Após uma largada segura, ganhou uma posição ao longo da corrida e avançou até a 2ª colocação, cruzando a linha de chegada entre os protagonistas da prova. O resultado consolidou sua presença entre os candidatos às primeiras posições e elevou ainda mais as expectativas para a sequência da etapa.

Bia Figueiredo celebra título em estreia no Jalapão

 

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Não poderia ter sido melhor a estreia de Bia Figueiredo no mundo dos rallies. Em dupla com o navegador Beco Andreotti, ela conquistou o título da categoria carros no Rally Jalapão a bordo da Ranger Raptor da equipe Sizmic Ford. O pódio da categoria foi completado por Lélio Junior (GO)/Weberth Moreira (GO) e Oscar Santos (PY)/Ezequiel Amendola (ARG).

A piloto do #TIMELUBRAX contou como foi a primeira experiência no rally-raid off-road e já com a conquista de um título.

“Foram quatro dias incríveis, muito aprendizado!!! Sofri um pouco no primeiro dia, com o aspecto físico e psicológico com a adaptação. Mas vencemos bem e, depois tivemos alguns perrengues com a coifa, aprendi a fazer a manutenção e perdemos cerca de 7 minutos. Vencemos a etapa maratona. Depois veio um trecho com muita ondulação e isso judiou fisicamente. Na última etapa fizemos um trecho com ritmo bem legal e vencemos a etapa e conquistou o título do rally. Estou muito feliz com essa experiência e só agradecer ao Beco Andreotti pela navegação perfeita, a todo o time Sizmic Ford e, principalmente a Vibra, com a Gasolina Podium, Vedacit, Rodobens, Rock e Maxxis que m proporcionaram estar aqui”, comentou a piloto que confirmou toda a versatilidade na carreira.

A competição teve um total de 1.300km entre as cidades tocantinenses de Palmas, Lizarda e São Félix do Tocantins.

JR ASSESSORIA DE IMPRENSA

 

  

MX1GP Brasil – Goiânia tem fim de semana de motocross

 

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A equipe Honda Racing concluiu no pódio o sábado (20/6) que abriu a sexta etapa do MX1GP Brasil, o Brasileiro de Motocross 2026. No veloz circuito de Goiânia (GO), os pilotos das classes MX1 e da MX2 entraram em ação para recuperar a bateria conjunta adiada da rodada de Castro (PR). Primeiro dos três desafios do fim de semana, já que o domingo (21/6) traz a programação habitual, com mais duas corridas para ambas as categorias.

Enzo Lopes precisou mostrar capacidade de superação ao ser envolvido em um acidente logo na largada. O gaúcho, com a motocicleta Honda CRF450R, foi para o fim do pelotão e iniciou uma prova de recuperação que o levou ao terceiro lugar na bandeira quadriculada, o bastante para seguir como líder da MX1, com vantagem de 26 pontos. "Cada posição valia muitos pontos, então tiver de sair de último e buscar até onde consegui. Felizmente estou bem do tombo e pronto para o domingo", comentou.


Na mesma categoria, Jeremy van Horebeek conseguiu superar as limitações físicas para ser o quarto. "Estar aqui já é uma vitória. Procurei preservar o pé e o pescoço lesionados. Minha largada foi regular e consegui um ritmo superior ao que imaginava, mas novamente a má sorte atacou. Fui acertado por um retardatário, ele me jogou para fora da pista e me fez cair. Feliz com minha pilotagem, o desempenho da moto e o trabalho do time. Vamos para as corridas restantes, espero terminá-las sem sustos." O belga é o quinto da tabela e também conta com uma CRF450R.


Pietro Piroli foi o quinto entre os pilotos da MX2, depois de, por boa parte da bateria, andar na terceira posição. "De certa forma foi positivo, briguei pelas primeiras posições, mas fiquei totalmente sem energia nos minutos finais. Agora é foco nas duas baterias do domingo", destacou o gaúcho, que comanda uma CRF250R e manteve o terceiro lugar na classificação do campeonato. A equipe Honda Racing de motocross tem o patrocínio de Pro Honda, Honda Consórcio, Axalta, DiD, Ogio, NGK, Pirelli, Alpinestars e ASW.

Brasileiro de Rally Raid – Festa para Bruno Crivilin no Rally Jalapão

 

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Segunda vitória para a Honda Racing e Bruno Crivilin na temporada do Campeonato Brasileiro de Rally Raid 2026. O capixaba confirmou, neste sábado (20/6), a conquista do Rally Jalapão, fechando como o melhor na classificação geral e na categoria Moto 1. A equipe comandada por Dário Júlio foi a melhor também na Brasil, com Alexandre Valadares, o Brankim, além de garantir outros dois pódios, com Luciano Rocha e Bárbara Neves.


A quarta e decisiva etapa do Rally Jalapão fez os competidores retornarem de São Félix do Tocantins a Palmas, que também foi o palco da largada. Consciente da vantagem acumulada, Crivilin, com a motocicleta Honda CRF450RX Rally, encarou os 208 quilômetros de percurso (189 deles cronometrados) concentrado em não cometer erros e em poupar o equipamento para vencer mais uma vez – havia sido o melhor no Rally RN 1500. 


"Deu tudo certo, feliz por vencer na geral e na Moto 1. A equipe trabalhou muito bem e a moto esteve perfeita. Volto a liderar sozinho o Brasileiro. Em menos de três semanas temos a próxima prova, vou procurar descansar e fazer os ajustes necessários para buscar mais um bom resultado."


Brankim não apenas venceu na Brasil como levou sua CRF300F à quinta posição na classificação geral com uma pilotagem constante. "Eu me senti muito bem na prova, andando na areia, em meu primeiro Rally Jalapão. Fiquei bastante satisfeito com minha navegação e o desempenho durante os quatro dias. Uma experiência muito interessante", destacou. 


Missão cumprida também para Bárbara Neves, que, com outra CRF300F, concluiu o desafio com o segundo lugar na Brasil (oitavo na geral). "Mais um rally completado. Gostei bastante de andar no Jalapão, foram quatro dias longos e exigentes, com um bom resultado no fim", disse a goiana, sete vezes campeã brasileira de Enduro e em seu primeiro ano na nova modalidade.

Bruno Crivilin (Moto), Francesco Franciosi/Egon Parizzi (UTV) e Bia Figueiredo/Beco Andreotti (Carro) são os campeões do 12º Rally Jalapão

 

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O 12º Rally Jalapão chegou ao fim neste sábado (20) consagrando os grandes campeões de uma das mais tradicionais provas do rally raid brasileiro. Após 1.085,86 quilômetros percorridos, sendo 792,42 quilômetros de especiais cronometradas, o capixaba Bruno Crivilin conquistou o título nas motos, enquanto os baianos Francesco Franciosi e Egon Parizzi venceram entre os UTVs e os paulistas Bia Figueiredo e Beco Andreotti foram os campeões na categoria carros.

A quarta e última etapa ligou São Félix do Tocantins a Palmas, com 255 quilômetros totais e 189,49 quilômetros cronometrados, encerrando uma edição marcada por trechos rápidos, navegação exigente e as tradicionais areias do Jalapão.

Nas motos, a vitória na etapa ficou com o francês Adrien Metge, mas o título da classificação geral foi assegurado por Bruno Crivilin, da Honda Racing Rally, com o tempo acumulado de 10h08m39s27.

“Foi uma semana muito intensa, com especiais rápidas, trechos técnicos e muita exigência física. Conseguimos manter um ritmo forte e constante desde o primeiro dia, evitando erros e administrando bem a vantagem quando foi necessário. Vencer o Rally Jalapão é sempre especial, porque é uma prova muito respeitada no rally brasileiro. Estou muito feliz por conquistar mais esse título para a equipe”, destacou Bruno Crivilin.

Entre os UTVs, Francesco Franciosi e Egon Parizzi, da Cotton Racing, administraram a vantagem construída ao longo da semana para confirmar o título com 10h10m11s83 de tempo acumulado.

Com um ritmo alucinante, Felipe Baptista sai de quinto para vencer a sprint de Cuiabá

 

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No início da madrugada deste sábado (20), a Bradesco Stock Pro Series realizou a corrida sprint no Autódromo Internacional do Mato Grosso, em Cuiabá. Com pista molhada, Felipe Baptista levou seu Mitsubishi Eclipse Cross à vitória, após sair da quinta colocação e ultrapassar um por um dos seus adversários, até chegar à ponta.  

Com um ritmo muito forte, o piloto da Sterling Racing encontrou os "atalhos" do traçado e venceu pela quinta vez na categoria. Felipe Massa, de Chevrolet Tracker foi o segundo, somando pontos importantes para o campeonato e Sergio Sette Câmara, de Mitsubishi Eclipse Cross, finalizou em terceiro, subindo pela segunda vez consecutiva no pódio. 

"Estou muito feliz com essa vitória. Conseguimos imprimir um ritmo muito forte durante toda a corrida, praticamente andando em ritmo de classificação do começo ao fim. A equipe me entregou um carro que me deixou muito confortável para atacar durante toda a prova, e conseguimos transformar esse desempenho em uma vitória importante para nos colocar na briga pelo campeonato. Agora é seguir focado nas próximas corridas do fim de semana, somar o máximo de pontos possível e buscar mais vitórias." afirmou Felipe Baptista. 

Felipe Massa largou da pole, se beneficiando da regra do grid invertido da corrida sprint, e tinha um bom ritmo. Porém, foi superado por Felipe Baptista. Mesmo assim, o piloto do Time Lubrax TMG conquistou o pódio e somou pontos importantes para a disputa do título. 

"Foi uma boa corrida. Consegui fazer uma boa largada e abrir uma vantagem logo no início, mas o Felipe Baptista tinha um ritmo muito superior. Quando ele chegou, foi muito rápido e mereceu a vitória. Acho que, mesmo dando tudo o que eu tinha, seria muito difícil segurá-lo hoje. Ainda assim, foi um ótimo resultado para nós. Conseguimos manter a segunda colocação e, mesmo depois da entrada do safety car, voltamos a abrir vantagem para os demais carros. Poderia ter sido ainda melhor com a vitória, mas saio feliz pelos pontos conquistados." destacou Felipe Massa. 

TCR Brasil: G Racing coloca dois pilotos na decisão

 

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Dois dos três pilotos da equipe G Racing garantiram presença na finalíssima do TCR Brasil Bradesco que será disputada no próximo dia 26 de julho no Autódromo Velocitta, em Mogi-Guaçu. Enzo Gianfratti e Pedro Cardoso asseguraram as vagas depois dos bons resultados nas corridas disputadas em Cuiabá no último fim de semana.

Cardoso garantiu um pódio em terceiro lugar e está na quarta colocação do campeonato com 143 pontos.

“Fizemos o melhor possível mesmo com o lastro de 10kg. Fomos pódio no TCR Brasil e top 5 no TCR South America. Tinha boa expectativa, também, para a corrida 2, mas acabei jogado para fora da pista, o que tirou alguns pontos. Mas, existe a possibilidade matemática e vamos lutar pelo título. E não podemos deixar de lado os pontos para o campeonato sul-americano, que é o principal objetivo”, avaliou Pedro Cardoso.

Enzo Gianfratti confirmou sua regularidade e completou as duas provas na sexta colocação, o que fez ele subir na tabela e assumir o top 3 do campeonato com 149 pontos.

“Muito feliz em conquistar uma vaga na final. No ano passado fui campeão da categoria Trophy no TCR Brasil, e agora, chegar à decisão da categoria geral me dá mais vontade ainda de estar na pista”, comentou Gianfratti.

A final do TCR Brasil será disputada entre os dias 24 e 26 de julho, no Autódromo Velocitta, em Mogi-Guaçu, e colocará um total de 85 pontos em disputa, sendo 10 pontos para o pole-position, 40 pontos na corrida 1 e outros 35 pontos na corrida 2.

JR ASSESSORIA DE IMPRENSA

 

 

Fórmula 1 e Copa do Mundo: gesto eternizado por Ayrton Senna completa 40 anos

 

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Em meio à Copa do Mundo de 2026 e à intensa temporada da Fórmula 1, uma história curiosa reforça porque Ayrton Senna é um dos maiores símbolos da paixão esportiva brasileira. Há exatos 40 anos, após a Seleção Brasileira ser eliminada nos pênaltis para a França nas quartas de final do Mundial do México, o piloto protagonizou um gesto que marcaria para sempre sua trajetória e sua conexão com o país: erguer pela primeira vez a bandeira do Brasil dentro de um carro de Fórmula 1.

No dia 22 de junho de 1986, enquanto Ayrton Senna garantia a pole position com a Lotus nos Estados Unidos, o Brasil parava para acompanhar as quartas de final da Copa do Mundo do México. Como fã de futebol, assim que terminou seu treino classificatório, o piloto foi assistir ao jogo contra a França, abrindo mão até mesmo da coletiva de imprensa oficial. Apesar de contar com uma geração brilhante de craques como Zico, Sócrates e Careca, a Seleção Brasileira acabou eliminada nos pênaltis após um empate em 1 a 1. Como a Lotus, equipe de Senna, utilizava motores Renault, os boxes estavam tomados por engenheiros e mecânicos franceses, que não pouparam piadas e provocações pela derrota do Brasil.

A resposta de Senna veio no dia seguinte. Após vencer a corrida, o piloto ergueu uma bandeira do Brasil durante a volta da vitória, em um gesto que rapidamente se transformaria em uma imagem marcante de sua trajetória e em uma tradição repetida ao longo de sua carreira.

O “pacto” entre Ayrton e a Seleção que inspirou o tetra

A ligação de Ayrton Senna com o futebol não parou em Detroit. Em 1993, a Seleção passou por uma crise técnica sem precedentes e precisou do retorno de Romário em um jogo contra o Uruguai para se classificar. O sentimento entre os brasileiros era de que o time precisava de uma inspiração para dar fim ao jejum de 24 anos sem títulos mundiais.

STOCK LIGHT: Com duas vitórias em Cuiabá, João Bortoluzzi chega ao top3 da tabela

 

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Antes de chegar em Cuiabá para a disputa da terceira etapa da temporada, o catarinense João Bortoluzzi tinha como meta chegar ao top3 da tabela de classificação. Ao sair, ele engata uma série com três vitórias, top 3 na classificação geral, vice-liderança entre os Rookies e a entrada direta na disputa pelo título.

As corridas em Cuiabá foram marcadas por boas escaladas de pelotão, ultrapassagens bem plásticas e vitória em duas das três provas disputadas, algo que não é comum na categoria.

“Foi um fim de semana muito positivo. Conseguimos somar muitos pontos e saímos entre os pilotos que mais pontuaram na etapa, o que é muito importante para o campeonato. Foram corridas bem pegadas, com boas disputadas, mas tivemos um carro muito competitivo durante todo o fim de semana e isso me deu confiança para buscar as vitórias. Quero agradecer a Deus e a toda a equipe Garra Racing, que fez um trabalho espetacular e me entregou um carro muito rápido nas três corridas. Agora é seguir trabalhando para a próxima etapa", declarou João Bortoluzzi, que tem em seu carro as marcas da VAAPTY, YPF Lubrificantes, Grupo RTX, AutoProtecta, ToStudy.AI e voestalpine.

A próxima etapa será entre os dias 24 e 26 de julho no Autódromo Velocitta, em Mogi-Guaçu.

Victor Manzini sai de Cuiabá no top 8 da corrida final da Turismo Nacional, à meia-noite de sábado

 

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Victor Manzini, piloto do New Onix #34 da Equipe Roberto Manzini Centro Pilotagem, saiu satisfeito de Cuiabá , onde a Turismo Nacional  realizou a terceira etapa do Campeonato Sprint, com corridas à tarde e à noite, na sexta-feira, 19, e no sábado, 20, no Autódromo Internacional de Mato Grosso, em programação conjunta com a Stock Car, a Stock Light, e a TCRSA e TCRBR.

Ele atingiu o objetivo a que se propôs com a equipe: fazer um bom trabalho no desenvolvimento do carro com que voltou a correr nesta etapa, depois de iniciar a temporada com o Peugeot 208.

Os números registram a evolução. Victor – que está em sua primeira temporada na categoria A, após dois anos na B – conquistou a 11ª posição na classificação, de onde largou na corrida 1, que terminou em 26º lugar, após abandonar com motor falhando, quando estava em 8º lugar, a três voltas do fim.

Largou de 26º e acabou em 21º na corrida 2, em que outra escapada da pista foi determinante. Na corrida 3, saiu de 11º e finalizou em 14º, após protagonizar ataques e intensas defesas por quase toda a prova.

E concluiu em 8º lugar na corrida 4, largando da 12ª posição do grid, também após várias brigas  na pista. “Foi uma boa etapa. Trabalhamos duro e os resultados começam a aparecer. A equipe e eu ficamos animados com isso”, diz Victor Manzini.

Prova a prova – “Nos treinos da quinta-feira, quebramos muito a cabeça no acerto do carro. No começo ele estava difícil, acabei saindo de frente, e levei uns 20 kg de brita para o box. Foi até engraçado. Só que uma entrou na parte do câmbio, travou o solenoide, eu não conseguia subir marcha, só descer. Perdemos uma correia de acesso também, mas foi só tirar a pedrinha e o câmbio voltou a funcionar. O carro estava muito inconstante nos treinos 2 e 3. E depois do último descobrimos que era o pivô quebrado que estava causando a vibração e tudo o mais”, conta o piloto paulistano de 18 anos, em sua terceira temporada no automobilismo.

“No qualy, já na madrugada de sábado, melhorou muito nosso tempo, muito, muito”, Victor continua. “O carro era completamente outro. Quase consegui ir para o Q2, não fui por 0,06s. Se tivéssemos descoberto o pivô quebrado antes, provavelmente teríamos ido.”

Nova estratégia ousada leva Di Grassi ao top-10 no ePrix de Sanya

 

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O brasileiro Lucas di Grassi finalizou o ePrix de Sanya, na China, neste sábado (20) conquistando um 10º lugar importante para a Lola Yamaha ABT na 11ª etapa do Campeonato Mundial de Fórmula E. O resultado foi fruto de uma estratégia ousada do piloto, que confiou em seus anos de experiência no grid para esperar uma situação favorável para a equipe.

Lucas teve que largar do final do grid devido à punição imposta pelo regulamento para quem opta por trocar componentes do carro em função de problemas identificados na peça. Por isso, o piloto utilizou a classificação para simular a corrida, uma escolha de movimentação incomum: “Terminamos a classificação em último no grupo, como esperado. Foi a primeira vez na minha carreira em que simulei corrida na classificação”, disse Lucas.

O brasileiro também cumpriu sua punição stop and go logo após a largada. Voltando para a pista com desvantagem, a corrida de Di Grassi passou a ser discreta, com a grande aposta da Lola sendo um possível safety car para que o piloto voltasse a ter chances de se aproximar do pelotão.

O risco valeu a pena: na volta 19, a bandeira vermelha foi acionada após um engavetamento entre diversos carros. Com isso, o brasileiro retornou à prova com a bateria em boas condições e pronto para brigar pelo top-10.

A partir daí, Di Grassi ganhou diversas posições, aproveitando os momentos de modo ataque para avançar cada vez mais no grid. As últimas voltas foram marcadas por bandeira amarela e a situação ajudou o brasileiro a se estabilizar entre os pontuadores, finalizando a prova em 10º e mantendo a sequência de pontos do piloto, iniciada na primeira prova de Mônaco.

Fórmula E: Felipe Drugovich e Jake Dennis garantem domínio da Andretti no E-Prix de Sanya; brasileiro consegue segundo pódio consecutivo

 

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Jake Dennis e o brasileiro Felipe Drugovich terminaram da mesma forma que começaram o E-Prix Lianxin de Sanya de 2016, Etapa 11 da Temporada 2025/26. Com muita emoção no decorrer da prova, a dupla garantiu a primeira dobradinha da equipe Andretti no Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E, após garantir a primeira fila na largada. 

Depois de uma bandeira vermelha, duas bandeiras amarelas em toda a pista, os pilotos da Andretti FE provaram que a estratégia de atacar mais tarde era a mais acertada, já que impuseram sua autoridade na corrida durante o primeiro terço e, mais importante, na reta final, após terem se juntado ao pelotão no meio da prova. 

Drugovich conquistou dois pódios consecutivos, primeiro em Mônaco e agora em Sanya, com uma grande reviravolta para o brasileiro em sua primeira temporada completa, depois da frustração em Berlim. 

Para Dennis, Campeão Mundial da Temporada 9, foi a segunda vitória da temporada e também a segunda vindo da Julius Baer Pole Position.  

Pepe Marti, da CUPRA KIRO, fez uma corrida espetacular, saindo de quase a última posição na relargada após a bandeira vermelha para terminar em terceiro em apenas 17 voltas de corrida. O espanhol também conquistou seu primeiro troféu em Monte Carlo, repetindo o feito aqui. 

Nyck de Vries fica em quarto lugar após uma sólida corrida pela Mahindra Racing, com António Félix da Costa, Jaguar TCS Racing, sendo o melhor da equipe, depois que o líder da classificação, Mitch Evans, teve seu dia arruinado em um toque na curva fechada com Zane Maloney, da Lola Yamaha ABT. 

O neozelandês ainda ocupa a primeira posição no Campeonato Mundial de Pilotos, com 19 pontos de vantagem sobre Oliver Rowland (Nissan), que desperdiçou uma boa pontuação e a possibilidade de um pódio com um erro não forçado e um toque no muro no final da corrida. Dos quatro primeiros colocados, Edo Mortara (Mahindra Racing) e Pascal Wehrlein (Porsche) também não pontuaram.