quinta-feira, 16 de julho de 2026

Conflito na Stock Car tem mais a ver com Governança do que com pneus ou pinças de freios

 

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Por Geraldo Affonso Ferreira*

Está escrito no Regulamento Desportivo da Stock Car Pro Series, artigo 4.13.1, disponível para qualquer um no site da CBA. A norma proíbe pilotos e equipes de fazer, por qualquer meio de comunicação, o que o texto chama de “comentários negativos sobre o desempenho ou qualidade dos produtos fornecidos, tais como pneus, combustível, etc.”, sob pena de multa de até 100 UPs. Não é interpretação minha: é a redação do regulamento. Pense no que isso significa. Numa categoria em que os insumos críticos vêm de fornecimento centralizado pela organização, a norma veda publicamente o questionamento desses insumos. Uma categoria onde questionar o pneu dá multa tem um problema muito maior do que o pneu.

Não escrevo para julgar o litígio entre a Scuderia Bandeiras e a Vicar. As acusações que a equipe fez, de cobranças que considera indevidas a questionamentos de natureza tributária, são alegações que a Justiça vai examinar com documentos que nós, de fora, não temos. E registre-se o que funcionou: a CBA fiscalizou, periciou e aplicou sanções técnicas que sobreviveram, por unanimidade, a duas instâncias da Justiça Desportiva. O sistema esportivo passou no teste. A própria Confederação, aliás, delimitou seu perímetro em comunicado oficial de 2 de julho: a disputa é de natureza contratual e comercial entre promotora e equipe, “sem a participação da Confederação, pois não é esse o seu papel”. É precisamente nesse espaço, que o regulador esportivo declara não ocupar, que não existe nada. Escrevo porque o episódio escancarou algo que não depende de sentença nenhuma: o automobilismo brasileiro não tem um lugar onde os conflitos entre quem organiza e quem corre possam ser resolvidos antes de virarem ruptura. Quando o único caminho para uma equipe insatisfeita é sair batendo a porta, e levar junto Rubens Barrichello e Nelson Piquet Jr., quem perde é todo mundo: o grid, o campeonato, o patrocinador, o torcedor.

A Fórmula 1 já viveu exatamente isso, e mais de uma vez. No início dos anos 1980, a guerra entre a FISA de Jean-Marie Balestre e a FOCA de Bernie Ecclestone quase partiu a categoria ao meio: houve corrida boicotada, corrida realizada por fora do campeonato e ameaça concreta de um mundial paralelo. A paz veio com o primeiro Concorde Agreement, em 1981, que fez o que parecia impossível: colocar no papel quem manda no quê, quem fica com o quê e como se resolvem as divergências. Vinte anos depois, a Comissão Europeia obrigou a FIA a se separar dos direitos comerciais da categoria, por entender que a mesma entidade não podia regular e vender o espetáculo ao mesmo tempo. E hoje as equipes têm assento formal na F1 Commission, onde mudanças relevantes de regulamento passam por voto. Ninguém é juiz da própria causa, e quem investe tem voz institucional, não apenas a opção de ir embora.

Copa Brasil de Kart: Campeão da categoria Mini ganhará prêmio especial para disputa do Rok Super Final na Itália

 

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A Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) anunciou mais uma importante premiação para a 27ª Copa Brasil de Kart, que começa na próxima semana no Kartódromo Internacional de Imperatriz, no Maranhão.

Em parceria com a OTK/Rok Vortex, por meio da NFK Karts and Parts — representante exclusiva do grupo no Brasil —, o campeão da categoria Mini conquistará uma vaga para disputar o Rok Super Final, um dos principais eventos do kartismo mundial, que será realizado em outubro, em Lonato, na Itália.

O prêmio contempla a inscrição, um kart completo (chassi e motor) e um jogo de pneus. As despesas com passagens, hospedagem, alimentação, mecânico e demais custos da viagem serão de responsabilidade do piloto. A premiação é pessoal, intransferível e destinada exclusivamente ao campeão da categoria.

Além da Mini, outras duas categorias também terão premiações internacionais na Copa Brasil. Os campeões da OKN e da OKN Júnior receberão vaga, inscrição e equipamento para disputar a Copa do Mundo FIA OKN, também em outubro, na Itália. A iniciativa é fruto da parceria entre a CBA e a equipe italiana Parolin e representa um investimento de aproximadamente R$ 100 mil em premiações.

Rolex 6 Horas de São Paulo consolida força internacional com salto de 19% no número de turistas e recorde de público em Interlagos

 

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A velocidade, a emoção e a tecnologia do Campeonato Mundial de Endurance da FIA (FIA WEC) deixaram marcas não apenas na pista de Interlagos, mas também na economia e no turismo da capital paulista. Realizada entre os dias 10 e 12 de julho, a edição de 2026 das Rolex 6 Horas de São Paulo consolidou a metrópole como a grande referência global do esporte a motor na América do Sul, registrando um crescimento expressivo em todos os seus principais indicadores de público e consumo.

Promovido com o apoio estratégico da Prefeitura de São Paulo e da SPTuris, o evento reuniu um público recorde de 84.960 espectadores ao longo dos três dias de atividades. Mais do que uma corrida de longa duração com os hipercarros mais tecnológicos do planeta, o Rolex 6 Horas de São Paulo entregou um festival de entretenimento completo, integrando uma concorrida Fan Zone, experiências interativas de marcas, alta gastronomia, exposições exclusivas e atrações para toda a família.

Com o fechamento da etapa de endurance, São Paulo orgulha-se de uma condição única no esporte global: é a única cidade do planeta a sediar, de forma regular, as três principais chancelas da Federação Internacional de Automobilismo (FIA): a Fórmula 1, a Fórmula E, e o próprio FIA WEC.

O novo perfil do fã - Um levantamento preliminar realizado pelo Observatório de Turismo e Eventos da SPTuris, baseado em 902 entrevistas feitas durante o fim de semana, revelou que o WEC se tornou uma máquina de atração de receita para a cidade. O fluxo de turistas — englobando visitantes da região metropolitana, interior e litoral paulista, além de outros estados e países — representou 56,3% do público total presente.

Porsche Endurance Cup: Witold Ramasauskas e Victor Mahle vencem em Portugal

 

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A Porsche Cup Brasil viajou até Portugal para a disputa da 1ª etapa das corridas de longa duração da categoria no último final de semana (11 e 12/07), onde Witold Ramasauskas alinhou o Porsche #311 ao lado de Victor Mahle no Autódromo de Algarve em Portimão.

Em uma prova altamente técnica com pouco mais de 2h de duração, a dupla foi o grande destaque na divisão Challenge, superando as dificuldades de uma prova que teve início com pista úmida, forçando as duplas a gerenciarem com muita atenção o desgaste dos pneus slicks enquanto o asfalto secava e evoluía rapidamente.

As janelas de pit-stop obrigatório e o tráfego intenso foram o grande diferencial da dupla na hora de definir o pódio, com Witold contribuindo com toda sua experiência nas mais diversas categorias que já disputou.

Pirelli F1: A Fórmula 1 enfrenta o teste de Spa-Francorchamps

 

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É hora de voltar às aulas, metaforicamente falando. O circo segue para uma pista que muitos descrevem como a universidade da Fórmula 1, devido à variedade de desafios técnicos que os pilotos precisam enfrentar. No próximo fim de semana, as equipes estarão em Spa-Francorchamps para o GP da Bélgica, a penúltima etapa antes da pausa de verão.

O circuito é o mais longo do calendário, com 7,004 quilômetros, e é um dos mais queridos por sua história, fazendo parte do Campeonato Mundial desde 1950, e por seu traçado, caracterizado por longas retas, curvas de alta velocidade e a maior variação de altitude de toda a temporada. Há também um elemento de imprevisibilidade em um evento que já é extremamente exigente tanto do ponto de vista técnico quanto de pilotagem.

A pista está localizada na floresta das Ardenas, que possui um microclima bastante particular em comparação com o restante da região. Em caso de mau tempo, as nuvens carregadas de chuva demoram mais para deixar a área, tornando o circuito úmido e afetando as condições do asfalto. Quando chove, os pilotos frequentemente encontram trechos da pista secos e outros que permanecem molhados, tornando a escolha dos pneus particularmente delicada, entre slicks e intermediários.

Para este desafio, a Pirelli trouxe os compostos C2, C3 e C4. Spa-Francorchamps está entre os circuitos mais exigentes para os pneus em termos de cargas e forças, embora não chegue aos níveis de Suzuka ou Silverstone. O trecho mais icônico é, sem dúvida, o que vai da Eau Rouge à subida da Raidillon. Ali, as curvas se sucedem rapidamente e em direções opostas enquanto a pista sobe, antes de desembocar na reta Kemmel. Esse trecho agora conta com sulcos no asfalto projetados para melhorar a drenagem de água e a visibilidade em condições de chuva.

A pista foi completamente repavimentada há alguns anos e, nos primeiros dias do fim de semana, costuma oferecer um nível de aderência relativamente baixo. Os níveis de aderência podem melhorar graças ao recente fim de semana de corridas de GT, com as 24 Horas de Spa deixando borracha adicional na pista.

Dos autódromos na infância ao Safety Car: Bruna Assmann transforma paixão em profissão

 

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O amor de Bruna Assmann pelos caminhões e pelo automobilismo começou muito antes de ela assumir o volante do Safety Car da Marcas Brasil Racing e do Pace Truck da Fórmula Truck. A paixão nasceu em casa, acompanhando o pai, os avôs e o irmão, todos caminhoneiros, e cresceu entre autódromos, onde passou boa parte da infância.

"Meu amor por caminhões vem de berço. Meu pai, meus avôs e meu irmão eram caminhoneiros, e meu pai teve transportadora por 33 anos. Cresci nesse ambiente e o amor pelo automobilismo também veio da minha família. Meu pai corria de carro quando era jovem. Brinco que ele nunca me levou a um estádio de futebol, sempre me levou para autódromos", relembra.

Foi justamente em um autódromo que surgiu um sonho. Em 2003, aos 13 anos, Bruna assistiu pela primeira vez a uma etapa da Fórmula Truck, em Guaporé (RS). A credencial daquele dia continua guardada como uma lembrança especial.

"Nós criamos uma amizade com o Aurélio Batista Félix, fundador da Fórmula Truck, e desde então acompanhei etapas em diversos autódromos do Brasil, Uruguai e Argentina. Na época já eram mulheres que pilotavam o Pace Truck, e aquilo despertou em mim o sonho de um dia estar ali", declara Bruna.

O sonho virou realidade em outubro de 2023, quando recebeu o convite de Roberto Cirino, com quem já tinha convivido na antiga Fórmula Truck, para assumir oficialmente o comando do Pace Truck. Em 2026, com a parceria entre a  Marcas Brasil Racing e a Fórmula Truck, Bruna passou também a atuar no Safety Car da categoria.

Marcel Fachini reage às adversidades em Cascavel e soma pódio duplo na Divisão Super da Fórmula 1600

 

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O fim de semana da 7ª etapa do Campeonato Paulista e da 2ª etapa da Copa Brasil de Fórmula 1600, no Autódromo Internacional Zilmar Beux, foi marcado por velocidade, adversidades e recuperação para Marcel Fachini. Depois de liderar os dois treinos livres da programação, o piloto da Scuderia Fachini enfrentou mudanças nas condições climáticas durante a classificação, superou dificuldades na Corrida 1 e encerrou a etapa com uma expressiva escalada na Corrida 2, conquistando dois pódios na Divisão Super. 

As atividades de pista começaram na sexta-feira com domínio de Marcel. No primeiro treino livre, registrou 1min13s417, estabelecendo a melhor marca da categoria. Horas depois, voltou a liderar a tabela de tempos ao anotar 1min13s837 no TL2, confirmando o bom acerto do carro para o traçado paranaense. 

Na sessão classificatória, disputada na tarde de sábado, a equipe optou por um acerto voltado para pista seca. Entretanto, a chuva apareceu durante a tomada de tempos e comprometeu a estratégia, fazendo com que Marcel registrasse 1min24s740, resultado que lhe garantiu a terceira posição no grid da Divisão Super. 

A Corrida 1 foi disputada sob pista molhada e exigiu dos pilotos constante adaptação às condições de aderência. Marcel iniciou a prova entre os primeiros colocados e buscou se manter na disputa pelas posições de destaque, mas um problema durante a corrida comprometeu seu desempenho. Mesmo assim, conseguiu completar a prova e recebeu a bandeirada na terceira colocação da Divisão Super. 

No domingo, com tempo firme e pista completamente seca, o cenário era diferente. Em razão do resultado da prova anterior, Marcel largou apenas da 17ª posição do grid, iniciando uma corrida de recuperação desde as primeiras voltas. 

Lucas Monteiro gabarita rodada dupla em Cascavel e amplia liderança na Fórmula 1600

 

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Lucas Monteiro teve um fim de semana sensacional no Autódromo Internacional Zilmar Beux, em Cascavel. Líder da classificação geral e da Divisão Super da Fórmula 1600, o piloto da Max Torque Racing conquistou a pole position e venceu as duas corridas da 7ª Etapa do Campeonato Paulista, válida também pela 2ª Etapa da Copa Brasil, consolidando mais uma atuação de alto nível na temporada. 

A preparação para a rodada ganhou força na sessão classificatória de sábado, quando Lucas cravou 1:23.233 e garantiu a pole position da Divisão Super, confirmando o potencial do conjunto para as duas corridas do fim de semana. 

Natural de São Paulo, mas morador de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, desde os quatro anos de idade, Lucas disputou a etapa em seu Estado e correspondeu às expectativas com um desempenho consistente durante todo o fim de semana. 

A Corrida 1 foi disputada sob chuva intensa, com a pista completamente molhada. Mesmo largando da pole position, Lucas escapou na primeira curva e perdeu momentaneamente a liderança. Sem perder a tranquilidade, recuperou rapidamente posições, reassumiu o comando da prova na sexta volta e manteve o ritmo na dianteira até a entrada do safety car, provocada por um acidente. 

Com o aumento da intensidade da chuva e as condições de segurança comprometidas, a direção de prova encerrou a disputa com bandeira vermelha. Com a classificação consolidada, Lucas confirmou sua primeira vitória no fim de semana, iniciando da melhor maneira sua participação na rodada dupla. 

Fórmula E: GEN4 tem resultado histórico na subida da montanha do Goodwood Shootout, com tempo de 42s46

 

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A Fórmula E fez uma estreia histórica no Festival of Speed Goodwood (FOS) ao inscrever seu carro-protótipo da próxima geração, o GEN4, na lendária prova  Goodwood Shootout. Apesar de ainda estar em desenvolvimento, a mais de cinco meses de sua estreia competitiva, bem como ser projetado para corridas em circuito, em vez de subidas de montanha, o carro e testes 100% elétrico teve desempenho histórico no evento. 

Pilotado por Dan Ticktum, piloto da CUPRA KIRO na Fórmula E e estreante em Goodwood, o carro GEN4 de desenvolvimento do Campeonato Mundial enfrentou Romain Dumas, quatro vezes vencedor do Goodwood Shootout e atual campeão de Pikes Peak, em uma batalha que demonstrou o extraordinário potencial dos carros da próxima geração da Fórmula E. 

Ticktum garantiu um impressionante segundo lugar, ficando a apenas 0,49 segundo do Ford elétrico de competição de Dumas.  

Com tempo de 42s46, o GEN4 de desenvolvimento registrou a quinta marca mais rápida já vista no Shootout do FOS e teria garantido a vitória em 23 das 25 edições anteriores, o que demonstra a extraordinária conquista do carro em sua primeira aparição competitiva. 

Outro GEN4, este de desenvolvimento da equipe Jaguar TCS Racing, foi pilotado pelo brasileiro Fernando Fefo Barrichello, da Fórmula 3, que ficou impressionado com o salto de desempenho em relação ao GEN3 Evo. 

Bulldog Racing fecha o Sertões Series Paraná entre os protagonistas da T1+

 

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A Bulldog Racing concluiu neste sábado (11) o Sertões Series Paraná com mais um desempenho consistente. O piloto Flávio Lunardi e o navegador Fred Budtkevitz finalizaram a terceira e última etapa na quarta colocação entre os Carros, com o tempo de 1h28min14s, resultado que garantiu à dupla catarinense o terceiro lugar na categoria T1+ e a quarta posição na classificação geral, com o tempo acumulado de 5h44min17s.

O rally, realizado em Siqueira Campos (PR), marcou o primeiro compromisso da equipe na temporada 2026 e confirmou a rápida adaptação à Toyota IMA V8 (principal objetivo da participação no Paraná).

A SS3 teve 323 km de percurso total, sendo 155 km cronometrados, e reuniu alguns dos trechos mais exigentes da competição. O roteiro mesclou pisos duros, erosões, travessias de riachos e setores de cascalho, além de uma sequência inicial bastante travada, com muitas curvas e intensa navegação. No encerramento, os competidores realizaram a Super Volta, disputada em um circuito fechado que passou por dentro da Pro Tork – uma das maiores fábricas de motos peças da América Latina – aproximando o público das emoções do Rally Raid.

Ao fim do certame, Lunardi destacou a confiabilidade da Toyota e avaliou que a experiência cumpriu exatamente o papel esperado na preparação para o principal desafio do calendário. "A Toyota superou todas as expectativas. É um carro extremamente confiável e a equipe (Sizmic) nos entregou tudo em perfeitas condições. Viemos para ganhar quilometragem, entender o comportamento da picape e chegar mais preparados ao Sertões. Conseguimos nos adaptar rapidamente e saímos muito satisfeitos com o que construímos aqui", afirmou o piloto.

"Foi muito especial voltar a correr em casa", destaca Pipo Derani após 6H de São Paulo em Interlagos

 

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Competindo em casa pela primeira vez com a Genesis Magma Racing - marca de luxo da Hyundai Motor -, Pipo Derani saiu das 6 Horas de São Paulo, etapa brasileira do Campeonato Mundial de Endurance (FIA WEC), feliz com o apoio da torcida e satisfeito com a evolução apresentada pela equipe em sua temporada de estreia na classe Hypercar.

Ao lado do alemão André Lotterer e do francês Mathys Jaubert, Derani foi o 15º colocado na disputa deste domingo (12) no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos.

Apesar do resultado aquém do esperado, o brasileiro, que poucas vezes correu diante da torcida de seu país, ficou muito feliz com todo o carinho recebido ao longo do final de semana. Além disso, ressaltou o aprendizado obtido ao longo da prova e a importância de concluir a corrida sem problemas técnicos.

"Foi muito especial voltar a correr em casa, em Interlagos. É um privilégio poder pilotar diante da torcida brasileira. A energia que o público transmite é incrível”, comentou o brasileiro, que havia pilotado no circuito pela última vez em 2018, quando foi convidado para uma corrida de duplas da Stock Car.

“Infelizmente, não conseguimos entregar um resultado melhor para eles. Quando assumi o carro, muita coisa já tinha acontecido na corrida e acabamos ficando fora da disputa por posições mais à frente. Mesmo assim, nosso objetivo era levar o carro até a bandeirada sem problemas, e isso representa um grande passo para a equipe”, lembrou.

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Fórmula eVolution: Luiz Queiroz brilha em Cascavel e entra definitivamente na luta pelo título

 

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A Fórmula eVolution, a categoria que mais cresce no automobilismo paulista viajou para o oeste paranaense para a disputa da 5ª etapa do Campeonato Paulista realizada no Autódromo de Cascavel no final de semana (11 e 12 de julho) com duas ótimas apresentações.

No sábado (11) a corrida aconteceu com pista molhada, dando ainda mais emoção à prova, onde os pilotos precisaram mostram muita habilidade para encarar o desafiador traçado. Novos nomes surgiram nessa etapa mostrando que darão muito trabalho aos mais experientes do grid, como Gui Moleiro (Galafassi Sports) e André Colen (Thomaz Race) que estrearam nessa etapa na categoria já mostrando muita habilidade.

A grande disputa do final de semana foi entre Luiz Queiroz (Rosset Racing) e Lélio Assumpção (Thomaz Race): o jovem piloto da Rookie mostrou muita determinação e superou o experiente Lélio Assumpção nas duas corridas, entrando definitivamente na briga pelo título; Leo Freitas (San Race), outro jovem piloto que está em seu ano de estreia no automobilismo fechou a prova em um excelente terceiro lugar na geral.

Na divisão Master quem brilhou foi outro Freitas: Sandro, pai de Leo que fez sua estreia na categoria nessa pista e não deu chance aos adversários conquistando a vitória, seguido por Antonio de Souza (Rosset Racing) e Miro Oliveira (Thomaz Race).

Já a segunda prova do final de semana realizada no domingo (12) contou com pista seca, e novamente os pilotos deram um show de pilotagem: Queiroz saiu novamente na pole position, mas não teve vida fácil na disputa com Assumpção durante todo o início de prova.

WTCR: Enzo Gianfratti sobe cinco posições no mundial

 

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O brasileiro Enzo Gianfratti retorna de Portugal com bons pontos na classificação do FIA TCR World Tour. Depois de duas corridas disputadas no Autódromo de Rua de Vila Real, ele subiu cinco posições na classificação do campeonato – de 17º para 12º - mesmo tendo disputado apenas quatro das nove provas já realizadas na temporada mundial. Os bons resultados em mais uma etapa europeia também fizeram Gianfratti subir para o Top 60 do ranking mundial, que engloba os resultados de mais de 450 pilotos que disputam os campeonatos TCR pelo mundo dentro de um período de 30 semanas.

“Estou satisfeito por completar as duas corridas extremamente difíceis, ganhar experiência em um circuito completamente novo para mim e seguir evoluindo a cada etapa contra alguns dos melhores pilotos do mundo. Quero agradecer à equipe por todo o trabalho realizado durante o fim de semana, aos patrocinadores pela confiança e a todos que estiveram torcendo. Agora é analisar tudo o que aprendemos em Vila Real, seguir trabalhando forte e voltar ainda mais preparado para a próxima etapa”, relatou o piloto Castrol e Rodoil que fez a primeira participação em um circuito de rua.

A boa participação de Enzo Gianfratti começou no sábado ao avançar para o Q2 da classificação. No domingo, ele concluiu a corrida 1 em 10º lugar e a corrida 2 em 11º lugar.
“Claro que sempre queremos lutar por resultados ainda melhores, mas foi a minha primeira vez competindo nessa pista. As ruas são extremamente estreitas, a margem para erro é praticamente zero e qualquer pequeno detalhe pode comprometer todo o trabalho do fim de semana. É um circuito que exige concentração absoluta do início ao fim”, conta o piloto, revelando a quase inexistência de pontos para ultrapassagem.

O próximo desafio de Enzo Gianfratti será a decisão do TCR Brasil, no próximo dia 26 de julho, no Autódromo Velocitta, em Mogi-Guaçu (SP). Junto com Pedro Cardoso, os pilotos da equipe G Racing tentarão o título da temporada nacional, além de somarem pontos para a sequência do TCR South America.

PrimeXP oferece pacotes que levam os fãs para mais perto do MotoGP™ 2027

 

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Já pensou em assistir a um evento de pura adrenalina e velocidade apostando em pacotes exclusivos que permitem viver uma experiência diferenciada de pertinho. Essa é a proposta da PrimeXP, que oferece seis pacotes exclusivos para o MotoGP™, que acontece no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, em março de 2027. As datas oficiais ainda não foram divulgadas, mas a indicação da empresa é garantir os ingressos com antecedência para ter opções para escolher entre os três dias de muita emoção que costumam ter arquibancadas lotadas.

O público verá um novo espetáculo no Autódromo Ayrton Senna devido a uma série de mudanças nas regulamentações. As motos passam a ter 850 cilindradas e não será mais permitido o ajuste de altura, nem o uso da maioria dos recursos de aerodinâmica. Além dos pneus que, agora, serão da Pirelli. Todas essas mudanças visam maior segurança para os competidores e tornar mais equilibrada a categoria.

Para que o público possa conferir o resultado de todas essas modificações e aproveitar a corrida ao máximo, a PrimeXP destaca seus pacotes para os amantes de motovelocidade. O espectador pode optar entre três diferentes tipos de arquibancadas dentro do autódromo, nos setores Rider, Chicane e ambientes de hospitalidade como o Moto GP Village, Apex Vip Village e o Apex Grid.

No Rider há dois tipos de pacote, ambos incluem acesso à respectiva arquibancada nos três dias da prova e tour guiado pela paddock. No Rider B, a visão é para a reta principal do circuito e a linha de largada e chegada para assistir ao avanço dos pilotos para a curva 1. E o Rider D coloca o espectador para ver a Curva 1 até o Bico de Pato. 

O Chicane D inclui os mesmos benefícios do Rider D, mas acrescenta uma experiência no box de equipe, encontro com personalidade do MotoGP e evento exclusivo MotoGP Premium, que permite aproveitar tudo isso com a presença de um piloto. Já o Chicane C, além dos mesmos benefícios, inclui petiscos diários e open bar, além de uma visão privilegiada da linha de largada e chegada.

Lucas Sacamoto mostra resiliência sob chuva em etapa do Patobranquense de Kart

 

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Na 2ª etapa da Copa Patobranquense de Kart, a chuva foi a grande protagonista no Kartódromo de Pato Branco, no Paraná. A competição, válida pelo Open do Campeonato Paranaense de Kart, colocou à prova pilotos de diversas categorias e exigiu atenção extra em um traçado bastante desafiador. O piloto paranaense Lucas Sacamoto (Equipe: Irineu Rosa / Telemetria-Coach: Zezinho Muggiati) encarou mais esta importante etapa de preparação na categoria F4 Júnior, com determinação diante das dificuldades encontradas.

O cronograma do evento começou em condições bem diferentes no primeiro dia de atividades. Os treinos do primeiro dia, aconteceram com pista seca, permitindo que equipes e pilotos trabalhassem no acerto dos karts. Porém, a partir do segundo dia, o tempo mudou completamente sobre o kartódromo de Pato Branco. A chuva passou a marcar presença e transformou o cenário da disputa

No sábado, com o traçado totalmente encharcado, Lucas Sacamoto enfrentou uma tomada de tempo bastante complicada. Mesmo lidando com as condições adversas, o piloto conquistou um lugar na 6ª fila do grid de largada da categoria F4 Júnior. Na sessão classificatória, cada volta exigia concentração máxima para encontrar o limite de aderência sem comprometer o desempenho do equipamento.

A primeira bateria reservou um contratempo que comprometeu completamente as chances de recuperação de Lucas. Na volta de apresentação, alguns concorrentes não conseguiram acompanhar o ritmo do pelotão da frente, reduzindo a velocidade. Com isso, o motor do kart número 77 apagou no meio da pista. Mesmo com Lucas impossibilitado de acompanhar o restante do grid, a direção de prova autorizou a largada. Ao religar o equipamento, Sacamoto retornou à disputa cerca de 40 segundos atrás do líder, mas não desistiu em nenhum momento e cruzou a linha de chegada na 12ª colocação.