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A temporada 2026 da ZanoelloCup começa em 8 de março e deixa claro desde a largada qual é a regra do jogo: em Lacerdópolis (SC), ninguém corre com a pista decorada. Disputada no Sítio dos Lagos, a competição acontece sempre no mesmo traçado, mas nunca do mesmo jeito. Cada volta pede leitura. Cada etapa reabre a conversa entre piloto, carro e chão.
Na ZanoelloCup, o terreno não para quieto. Umidade, desgaste e clima redesenham tudo ao longo do fim de semana e quem não percebe, paga na volta seguinte. “Significa que a cada volta, a cada etapa, a pista apresenta outros desafios. Uma curva que ficou mais aderente ou mais ‘solta’; o ponto de freada que mudou devido ao fato de estar mais seco ou mais úmido”, explicou Fernando Assis, diretor de comunicação e narrador do campeonato.
Esse cenário muda o jeito de correr e por isso a disputa não se resolve em um ataque isolado. Ela cobra permanência no limite, volta após volta, etapa após etapa. Sustentar rendimento passa a ser tão decisivo quanto acelerar. “Devido às mudanças no chão da pista, a constância pode levar à vitória. Aqui, o mais rápido nem sempre é o vencedor”, afirmou Assis.
Dentro da Velocidade na Terra, a ZanoelloCup reforça o autocross como uma modalidade de conjunto. Carro, piloto e pista precisam se comunicar o tempo todo. Quando essa leitura se perde, o cronômetro responde. “Os desenvolvimentos de equipamentos, da técnica dos pilotos e das equipes são de alto nível”, disse Assis. Para quem está no grid, correr o campeonato significa dividir o traçado com adversários que exigem atenção constante do início ao fim. Não há espaço para distrações nem para interpretação tardia do terreno. “Os desafios, o ambiente e as disputas com grandes nomes do autocross nacional são característicos do campeonato”, destacou o diretor.














