segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Rally Dakar: Vitória brasileira nos UTVs no oitavo dia de competição



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O Rally Dakar 2020 teve a primeira vitória brasileira em uma etapa, nesta segunda-feira (13/1). Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin, da Monster Energy/Can-Am/South Racing, foram os mais rápidos entre os UTVs (SxS) na oitava etapa da 42ª edição do principal rali do planeta. Foram 716 quilômetros percorridos no dia, 477 deles cronometrados, em um trajeto em laço em Wadi Al-Dawasir, na Arábia Saudita. Com o resultado, a dupla, que acelera o UTV Can-Am Maverick X3, subiu para a décima colocação na classificação geral da categoria, liderada pelos companheiros de equipe Casey Currie e Sean Berriman, dos Estados Unidos.


Depois de um início difícil de competição, Varela e Gugelmin, atuais campeões mundiais de Rally Cross Country da classe T3 e donos do título do Dakar em 2018 nos UTVs, passaram a fazer uma prova de recuperação, subindo posições no ranking, dia após dia. “Tudo perfeito para gente hoje, sem nenhum problema de navegação, de pilotagem ou mecânico. A especial foi bem longa e o clima estava muito frio. Conseguimos passar todos os UTVs e seguir abrindo a prova”, conta Gugelmin, navegador catarinense.

Já o piloto Varela descreve alguns detalhes do trajeto. “Encaramos dunas bem difíceis e muitas pedras em alguns trechos. Havia dunas ‘de bico’, onde muito carros e caminhões estavam atolando. Conseguimos andar bem e o Can-Am Maverick X3, mais uma vez, estava 100%”, diz o paulista de 60 anos, que participa pela sexta vez da competição.

Rally Dakar: Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin sobem na classificação geral dos UTVs



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O sétimo dia do Dakar 2020 terminou com Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin em sexto lugar nos UTVs. Na classificação geral da categoria, os brasileiros subiram para a 11ª posição. Outro destaque deste domingo (12/1) foi a volta à liderança da categoria da dupla Casey Currie e Sean Berriman, também da equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing, com o UTV Can-Am Maverick X3. Os norte-americanos completaram o trajeto de 741 km, sendo 546 cronometrados, entre Riyadh e Wadi Al-Dawasir, na Arábia Saudita, na segunda posição.


Para os brasileiros, o dia foi de trabalhar para a equipe. “Hoje foi de fácil navegação e pilotagem, com trechos muito rápidos, retas gigantes e poucas dunas. Atuamos como ‘mochileiros’ dos nossos companheiros de time e viemos o tempo todo atrás deles, sem ultrapassá-los. Chegamos até a ajudá-los a trocar pneu”, conta o navegador Gugelmin. Ao lado de Varela, o catarinense é o atual campeão mundial de Rally Cross Country da classe T3 e venceu o Dakar em 2018 nos UTVs.
Também da Monster Energy/Can-Am/South Racing, os espanhóis Gerard Farres Guell e Armand Monleon finalizaram o dia no top 10, na oitava posição. A vitória ficou com Blade Hildebrand, dos Estados Unidos, e Francois Cazalet, da França. Com domínio da Can-Am, a disputa entre os UTVs está acirrada desde o início da competição, com revezamento da liderança em todas as etapas até o momento.

Dakar: brasileiros vão recuperando terreno na Arábia



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A incrível quebra da barra de direção logo no primeiro dia da 42ª edição do Rally Dakar, que segue em disputa na Arábia Saudita até a próxima sexta-feira (17/01), ainda pesa bastante no resultado da dupla brasileira Reinaldo Varela/Gustavo Gugelmin, campeões da prova em 2018 e terceiros colocados no ano passado, na categoria UTV. Depois de terminarem o primeiro dia na 36ª posição, a dupla da equipe Monster Energy/Can-Am agora ocupa o 11º lugar, mantendo uma ascensão constante no ranking da categoria.

“Perdemos quase três horas para consertar o carro no primeiro dia e essa diferença é difícil de tirar diante do bom nível dos competidores, mesmo em uma prova longa”, ressalta Varela. “Mas estamos fazendo o nosso melhor dentro das condições que temos agora. E vamos tentar a melhor classificação possível mantendo o espírito do Dakar, que é de brigar até o final”, concluiu o piloto brasileiro.

Neste domingo (12), sétimo dia de corrida, Varela e Gugelmin chegaram em sexto entre os UTVs, depois de terem sido terceiros colocados na sexta-feira passada – quando a dupla brasileira chegou a parar para socorrer um piloto de quadriciclo que havia capotado. O sábado foi dia de descanso no Dakar – não houve corrida e a caravana ficou estacionada nos arredores da capital saudita, Riyadh (Riad). Mas hoje as equipes voltaram à competição. “Até o momento o Dakar já completou 4.452 km do total de 7.856 km que teremos percorrido até a próxima sexta-feira – e é óbvio que todos já estão exaustos. Por isso a partir de agora os erros individuais tendem a ser mais constantes”, prevê o navegador Gustavo Gugelmin.

Rally Dakar: Competidores aproveitam dia de descanso em Riyadh, Arábia Saudita



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Os brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin, da Monster Energy/Can-Am/South Racing, estão neste sábado (11/1) em Riyadh, capital da Arábia Saudita, para o dia de descanso do Rally Dakar 2020 - após seis etapas realizadas, metade da competição. Enquanto os mecânicos passaram as últimas horas fazendo um ajuste geral no UTV Can-Am Maverick X3, piloto e navegador aproveitaram, cada um do seu jeito, esse momento único longe das areias e das pedras.


Atual campeão mundial de Rally Cross Country da classe T3 e vencedor do Dakar em 2018 nos UTVs, Varela passeou pela cidade. “Aqui tem muitos prédios bonitos e shoppings. Sinceramente, não gosto muito do dia de descanso. Aqui os pilotos querem parar, mas, na minha opinião, o rali tinha que seguir direto”, destaca o paulista de 60 anos, patriarca da “Família da Poeira”.
Independente disso, ele usou o dia também para outros afazeres. “É quando temos tempo para lavar os macacões e as roupas, arrumar o motorhome e, claro, fazer uma manutenção preventiva completa no veículo. Trocamos algumas peças apenas por precaução, já que tá tudo sob controle”, completa Varela.

Rally Dakar: Top 3 para os brasileiros nos UTVs no sexto dia de competição



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Depois de cinco dias bem difíceis, os brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin finalizaram no top 3 dos UTVs (SxS) a sexta etapa do Dakar 2020, com o veículo Can-Am Maverick X3. Nesta sexta-feira (10/1), a competição partiu de Ha’il com destino a Riyadh, capital da Arábia Saudita, em um percurso de 830 quilômetros, sendo 477 cronometrados. Com o resultado, a dupla da Monster Energy/Can-Am/South Racing subiu três posições na classificação geral e ocupa agora o 13º lugar.


A vitória do dia ficou com os companheiros de equipe da dupla do Brasil, os espanhois Gerard Farres Guell e Armand Monleon. Porém, a liderança voltou para as mãos dos chilenos Francisco “Chaleco” Lopes e Juan Pablo Vinagre, que abriram uma vantagem de 9min48s para os segundos colocados, os norte-americanos Casey Currie e Sean Berriman, também da Monster Energy/Can-Am/South Racing.
Com um percurso 100% na areia, o desempenho do Can-Am Maverick X3 foi fundamental no resultado do dia. “A gente conseguiu andar limpo, sem problemas e, principalmente, sem furar o pneu, tudo muito tranquilo. Mantivemos um ritmo bom e o veículo esteve excelente o tempo todo durante a nossa performance, que nos deu o terceiro lugar. Sabemos que estamos muito atrás dos líderes, mas ainda tem muito Dakar pela frente e cada dia é uma surpresa”, ressalta Gugelmin, que ao lado de Varela é atual campeão mundial de Rally Cross Country da classe T3 e do Dakar em 2018 nos UTVs.
As baixas temperaturas também apimentaram o dia. “Largamos com o termômetro marcando três graus e fazia muito frio. Tomamos bastante cuidado ao longo do trajeto, que era cheio de dunas e nada de pedras. Fizemos muitas ultrapassagens e foi nosso primeiro dia sem ter que descer do veículo”, lembra Varela.

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Inscrições para o 3º Rally Minas Brasil abrem nesta quarta-feira, dia 08



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As cidades de Patos de Minas e Presidente Olegário, em Minas Gerais, estão confirmadas como sede da abertura dos campeonatos Brasileiro de Rally Cross Country (CBA) e Brasileiro de Rally Baja (CBM) de 2020. Organizada pela Rallymakers, a terceira edição do Rally Minas Brasil será realizada entre os dias 06 e 08 de março, e receberá mais uma vez o apoio das prefeituras locais. As inscrições serão abertas nesta quarta-feira, dia 08 de janeiro, pelo site oficial www.rallymakers.com.br, para as categorias carros, UTVs, motos e quadriciclos.

“Começamos bem a terceira edição do Rally Minas Brasil, pois fomos muito bem recebidos pelas Prefeituras Municipais de Patos de Minas e Presidente Olegário que, após o saldo positivo da prova de 2019, abriram mais uma vez as portas para nós. Ficamos orgulhosos por isso e ainda mais motivados para aumentar os retornos à região”, comentou o diretor executivo da Rallymakers, Fernando Bentivoglio.

Rally Dakar: Brasileiros ficam no top 10 no segundo dia da competição



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Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin, representantes do Brasil entre os UTVs (SxS) do Rally Dakar 2020, finalizaram o segundo dia de disputas em décimo lugar da categoria. Os competidores partiram nesta segunda-feira (6/1) de Al Wajh com destino a Neom, na região noroeste do país. Foram percorridos 401 quilômetros, desses 367 cronometrados, com mais uma vitória do UTV Can-Am Maverick X3 - desta vez, nas mãos do atual campeão e agora líder da prova, o chileno Francisco “Chaleco” Lopez, que tem como navegador o conterrâneo Juan Pablo Vinagre.

Para os brasileiros, depois de uma estreia conturbada, a palavra de ordem foi recuperação. Com a décima colocação na segunda etapa, Varela e Gugelmin, campeões mundiais da classe T3 em 2019 e vencedores do Dakar nos UTVs em 2018, subiram 12 posições na classificação geral.
“O dia foi difícil, com muitas ultrapassagens, principalmente em caminhões, o que demora demais. Tivemos um pneu furado e alguns erros de navegação, além da quebra de uma peça, por conta das muitas pedras no trajeto. Demoramos 18 minutos para trocar, o que comprometeu um pouco o resultado”, conta Varela, paulista de 60 anos, que disputa o sexto Dakar.
Integrantes da equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing, os brasileiros estão agora em 26º na tabela. Os companheiros de time Casey Currie e Sean Berriman, dos Estados Unidos, seguem na vice-liderança no ranking, que tem os cinco primeiros lugares dominados pela marca canadense. “A estratégia agora é tentar ganhar as especiais e seguir em frente para terminar mais um Dakar. Está tudo certo com o Can-Am Maverick X3. É impressionante o desempenho do veículo, temos muita confiança no UTV”, completa Varela.  

Rally Dakar: Domínio da Can-Am na etapa de abertura da edição 2020



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A etapa de abertura do Rally Dakar 2020 teve domínio da Can-Am na categoria para UTVs (SxS). Os nove primeiros colocados do dia aceleraram o Can-Am Maverick X3, veículo atual bicampeão da competição. Neste domingo (5/1), os participantes partiram de Jeddah rumo a Al Wajh, na Arábia Saudita, em um percurso de 752 quilômetros, sendo 319 de especiais (trechos cronometrados).

A vitória ficou com a dupla Aaron Domzala e Maciej Marton, da Polônia, que entrou para o clube dos vencedores de etapas do Dakar. Casey Currie e Sean Berriman, dos Estados Unidos e da equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing, terminaram o dia na segunda colocação, seguidos por Jose Antonio Lopez e Diego Gil, da Espanha.
Os conterrâneos Gerard Farres Guel e Armand Monleon, também da Monster Energy/Can-Am/South Racing, concluíram a etapa, considerada rápida, com trechos sinuosos, dunas e pedras, em oitavo lugar. Já os brasileiros, atuais campeões mundiais de Rally Cross Country da classe T3, donos do título do Dakar nos UTVs em 2018 e também pilotos oficiais Monster Energy/Can-Am/South Racing, tiveram problemas neste domingo e perderam muito tempo para concluir a especial, terminando em 38º lugar. “Ficamos sem ter como virar o volante devido a uma peça da coluna da direção, que partiu. Assim, perdemos uma hora e meia para consertar”, explica o navegador Gugelmin. 
  

Dakar: em dia dramático, brasileiros fazem metade da prova sem volante



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Os brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin mostraram logo no primeiro dia do Rally Dakar o espírito combativo que os ajudou a conquistar o título de 2018 e o pódio em 2019 (terceiro lugar), configurando a melhor dupla da categoria UTV das últimas duas edições. Uma quebra no sistema de direção desconectou a coluna do volante de direção no quilômetro 166 dos 319 da especial deste domingo (05/11) na Arábia Saudita. O sistema é uma adaptação feita pelas equipes nos veículos originais, visando acoplar os volantes de competição. A saída encontrada pelos brasileiros foi improvisar as peças com duas chaves de fenda, uma fazendo as vezes de coluna de direção e a outra do volante propriamente dito. Em uma competição super especializada, com os maiores pilotos e navegadores do mundo, os brasileiros da equipe Monster Energy/Can-Am completaram o dia saltando dunas e andando em alta velocidade por trechos sinuosos em condições de dirigibilidade bastante precárias. Por isso, foram aplaudidos na chegada.

“Talvez uma dupla menos experiente e com menos paixão pelo que fazemos desistisse. Mas nós não pensamos nisso um segundo sequer. Nosso foco desde o início foi consertar o problema e ir até o fim”, conta Reinaldo Varela que, ao lado de Gustavo Gugelmin, se sagrou tricampeão mundial de rally em outubro passado. “Nessas situações – e já tivemos várias ao longo da carreira – fico espantado com a agilidade do Gustavo de propor soluções. A coluna de direção e o painel de instrumentos não são originais de fábrica. Trabalhamos muito bem juntos e trocamos a coluna e volante colocados pela equipe. Fizemos uma improvisação com as ferramentas que tínhamos disponíveis. Da minha parte, foi bastante incômodo pilotar com uma ferramenta improvisada como volante. Causou muita dor nas mãos por causa da tensão, do esforço para segurar o ‘volante’ e da trepidação. Nas curvas, devo confessar que dava certo medo. Mas a incerteza faz parte dos rallies, é da natureza desse esporte”, continua o piloto da equipe Monster Energy/Can-Am.

AMA Supercross: Hector Assunção aprova estreia em Anaheim



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A estreia do brasileiro Hector Assunção na abertura do AMA Supercross 2020, neste sábado (4/1), em Anaheim, na Califórnia, Estados Unidos, foi bastante positiva. O piloto da equipe Honda Racing avançou às baterias noturnas da categoria 450SX e mostrou evolução a cada sessão na pista.


Aos 27 anos e atual campeão do Arena Cross, na categoria Pró, Assunção aproveita a oportunidade como pré-temporada para as competições nacionais, que se iniciam em março no Brasil. “Gostei bastante dessa minha estreia. Consegui evoluir demais do meu primeiro treino à última corrida que participei nessa etapa de abertura”, diz o paulista de Jandira.
A classe 450SX é muito disputada e reúne os melhores da competição, considerada o mundial da modalidade. Para esta prova em Anaheim, 55 pilotos iniciaram a disputa, divididos em três grupos para os classificatórios. Hector Assunção concluiu o primeiro treino do dia na quarta colocação e o segundo, em terceiro lugar do grupo.
Apenas 40 passaram para a segunda fase, as duas primeiras corridas noturnas, e entre eles estava o brasileiro. “A cada sessão, baixava meu tempo. Foram cerca de cinco segundos a menos ao todo, o que significa uma boa evolução para quem andou praticamente pela primeira vez em uma pista de supercross, já que onde estava treinando é bem diferente daqui. Comparei os meus tempos e vi que fiquei bem perto de grandes pilotos”, explica Assunção, que acelerou a motocicleta CRF 450R.

Com nova lista de inscritos, campeões do Dakar estão entre os principais adversários dos brasileiros



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Responsável pelo Rally Dakar, a francesa Amaury Sport Organisation oficializou neste sábado (04/01) a lista dos aprovados na inspeção técnica realizada durante três dias na cidade de Jeddah, local da largada da 20ª edição da prova, na Arábia Saudita. Ao todo, a competição contará com 342 veículos. Entre os UTVs que irão largar, um dos destaques é a dupla brasileira Reinaldo Varela/Gustavo Gugelmin, da equipe Monster Energy/Can-Am, que tenta o bicampeonato do Dakar depois de vencer a prova em 2018.

Tricampeões mundiais depois de vencer o Rally do Marrocos em outubro, Varela e Gugelmin terão novamente uma forte concorrência pela frente. Nomes importantes e vencedores do Dakar e do Mundial, como o francês Cyril Despres e o checo Josef Macháček, se mesclam com uma nova e ambiciosa geração capitaneada pelos norte-americanos Casey Currie e Mitch Guthrie Junior, além do russo Sergey Karyakin.

Entre supercampeões do Dakar e até estreantes de quem se espera muito na edição 2020, veja abaixo uma lista com alguns dos fortes competidores (ordem alfabética):

Números e curiosidades sobre o Dakar



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Com apenas dois veículos brasileiros inscritos, o Rally Dakar já desembarcou na Arábia Saudita, onde disputará sua 42ª edição e também fará sua estreia. Em um país bastante peculiar, com leis e costumes contrastando com a pujança econômica apoiada nas vastas reservas de petróleo, o maior rally do mundo mostra novamente a capacidade adaptativa que o fez superar diversas crises, incluindo o cancelamento da edição 2008 por ameaças da Al Qaeda na Mauritânia – episódio que levou o Dakar para a América do Sul em 2009.

Com Angola, África do Sul e Arábia Saudita pleiteando a prova em 2020, os organizadores optaram por este último, impondo um contrato de cinco anos. Para os sauditas, que verão a estreia da prova em seu território, o evento é visto como uma forma de divulgar seu esforço de atrair novos negócios não ligados ao petróleo – uma tentativa de melhorar a imagem e a estabilidade econômica de um país já bastante rico.

Os brasileiros têm na dupla Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin, que compete na categoria UTV pela equipe Monster Energy/Can-Am, uma boa aposta para sair da prova com um título. Os dois venceram a prova em 2018, chegaram em terceiro em 2019 (depois de liderar quando sofreram uma quebra) e em outubro se sagraram tricampeões mundiais. Além deles, o país será representado por Lincoln Berrocal, que competirá entre as motos. Confira abaixo números e curiosidades sobre o maior rally do planeta:

Brasileiros comentam o que os aguarda no Dakar 2020



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Com 7.856 km de percurso, sendo 5.097 de trechos cronometrados e 2.759 de deslocamentos, o Rally Dakar 2020 será pela primeira vez disputado inteiramente no território da Arábia Saudita. Tendo o maior deserto do mundo como pano de fundo, a prova terá nada menos que 65% de seu percurso em piso de areia – boa parte em regiões de dunas com mais de 200 metros de altura. Competindo pela equipe Monster Energy/Can-Am, a dupla brasileira Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin disputará a categoria UTV e tentará o bicampeonato do Dakar, que terá largada no próximo dia 5 de janeiro. Abaixo, eles analisam os doze dias da mais difícil competição off-road do planeta:

1ª etapa, 05/01, Jeddah até Al Wajh
319km de especiais, 752km de percurso total. O trecho mescla várias características do Dakar, mas tudo compactado já no primeiro dia de corrida.

Varela: “Logo de cara teremos um dia marcado pelo perigo das dunas, mas com trechos repletos de rochas, muito sinuosos. Pode-se perder o rally já ali”.

2ª etapa, 06/01, Al Wajh até Neom
367km de especiais, total de 401km. Trecho formado por trilhas velozes, mas com referências que nem sempre são confiáveis.

Gugelmin: “A navegação será difícil justamente por que haver locais com muitas trilhas se cruzando, que nem sempre poderão ser a referência correta. Será um dia de navegação muito manhosa, que exigirá experiência e raciocínio ágil em várias situações”.

Depois do tricampeonato mundial em outubro, Varela e Gugelmin tentam repetir façanha no Dakar



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Mais destacada dupla do fora de estrada nacional, Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin tentam uma nova e importante façanha a partir do próximo dia 5 de janeiro: o duo da equipe Monster Energy/Can-Am é um dos principais favoritos ao título do Rally Dakar 2020, maior prova do gênero do mundo, que terá 12 dias de disputas na Arábia Saudita, um território inédito. Varela e Gugelmin conquistaram em outubro o tricampeonato da Copa do Mundo de Rally Cross-Country na categoria UTV (veículo especializado no fora-de-estrada) ao vencer a etapa final no Marrocos. Considerando a boa fase e o alto nível de desempenho que os brasileiros têm apresentado em todas as competições internacionais, a dupla da Monster Energy/Can-Am é apontada como um duo com potencial de dar ao Brasil mais um título de campeão no Dakar.

“Como desafio individual, o Dakar certamente é um dos pontos altos da temporada. E será especialmente difícil: além do trajeto longo e complicado, teremos lá todos os nossos principais rivais internacionais. Será uma excelente prévia para a Copa do Mundo 2020”, destaca Reinaldo Varela. “Então, é uma corrida que tem importância dupla para a nossa equipe. Uma vitória na Arábia Saudita nos daria não apenas o bicampeonato do Dakar, mas também representaria muito em termos de nível de performance na nossa preparação para a Copa do Mundo, que começa já em fevereiro, no Qatar”, completou.

Kartismo: Corrida Maluka festeja final de temporada da AKSP



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A magnífica temporada de estreia da Associação dos Kartistas de São Paulo, tinha que terminar com uma esplendorosa festa. E foi assim que a AKSP promoveu o Mini Endurance recreativo apelidado de Corrida Maluka, seguido do congraçamento reunindo mais de 250 pessoas entre pilotos e convidados, para um grande churrasco regado com chopp Paulistânia, show de duas bandas com Bruno Sutter, apresentação de mágico, além de vários sorteios.

Com 25 equipes, totalizando 100 pilotos e com regulamento inusitado, a Corrida Maluka teve a pole position da equipe Máquinas do Mal (Alberto Otazú, Henrique Morbi, Luiz Cazarré, Rogério ‘Cebola’ Cardoso). No entanto, na hora da largada, as primeiras surpresas foram reveladas. O grid e o sentido da pista do Kartódromo de Interlagos – que contou com três chicanes demarcadas com cones -, foram invertidos, com a equipe Simbora, que não havia marcado tempo, largando na frente, e já com a substituição dos pilotos que participaram da tomada de tempo por outro dos quatro componentes de cada equipe para largar.

As surpresas continuaram com interferência do pace kart conduzido pelo Papai Noel em todas as três entradas e saídas nas trocas de kart e pilotos durante os 100 minutos da competição, e nova inversão de pista na última saída. No fim, a equipe KartAlho Rivotril (Bruno Viegas, Fábio Cedro, Guilherme Perez e Paulo Leierer), fez a volta mais rápida e os últimos foram os primeiros, com a vitória da equipe Simbora (André Oliveira, Laila Almeida, Milton Koyama e Wagner Ruivo) e muita risada e resenha após a bandeirada.