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sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

Na metade da prova, veículos Can-Am são maioria absoluta entre os UTVs do Rally Dakar

 

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  A cidade de Ha’il, na Arábia Saudita, é palco de merecido descanso para os competidores do Rally Dakar 2025 nesta sexta-feira (10/1). Após uma semana de disputas intensas no maior rally do mundo, 33 UTVs resistiram a grandes testes na categoria T4 – 24 deles são veículos assinados pela Can-Am. A competição terá sequência neste sábado (11/1), com mais uma semana de desafios para coroar os vencedores da 47ª edição do Dakar no próximo dia 17, em Shubaytah.

O percurso total da prova conta com cerca de 7.800 quilômetros, incluindo aproximadamente 5.000 de trechos cronometrados. No grid dos UTVs, a maioria absoluta é dos modelos da Can-Am: 10 duplas competem a bordo do novo Can-Am Maverick R, enquanto 14 optaram pelo Can-Am Maverick X3 XRS Turbo RR (caso de Alexandre Pinto / Bernardo Oliveira, no ‘pódio virtual’ da categoria em terceiro lugar).


Entre as duplas oficiais Can-Am, destaque para o piloto Chaleco Lopez e o navegador Juan Pablo Latrach, em quarto da classificação geral. Os chilenos mostraram ritmo forte e venceram a terceira e a quinta etapas da programação. Hunter Miller e Andrew Short, dos Estados Unidos, estão em oitavo lugar da tabela, enquanto os compatriotas Sara Price e Sean Berriman, após vencerem a quarta etapa, ocupam o 31º lugar. Jeremías Ferioli e Gonzalo Rinaldi, da Argentina, tiveram problemas pelo caminho e estão na 33ª posição.


“Foi uma semana muito complexa e a estratégia é seguir dia após dia”, explicou Chaleco Lopez. “Vamos continuar trabalhando nesta útima semana, que será tão ou mais difícil do que a que passou. Estou no Dakar há 14 edições e para mim foi a primeira semana mais extrema de todas. Agora vou continuar com muita energia para enfrentar a segunda e última parte desta corrida”, concluiu o experiente piloto chileno.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

Com Lucas Moraes, TOYOTA GAZOO Racing busca nova vitória no Rally Dakar

 

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Mais importante prova fora de estrada do planeta, o Rally Dakar abre a temporada 2024 do esporte a motor mundial. E a TOYOTA GAZOO Racing parte com um time dos mais fortes para a disputa, que será realizada entre os dias 5 e 19 de janeiro na Arábia Saudita. Entre os pilotos está Lucas Moraes, brasileiro que foi terceiro colocado no ano passado e que terá como companheiro o navegador espanhol Armand Monleón.

“Às vezes, parece que estou sonhando acordado. Muita gente me pergunta como é competir nessa equipe e contra pilotos tão talentosos. E eu explico assim: ‘É como estar na Fórmula 1 do universo do rally’. Como alguém que sonhou em ser piloto desde criança, eu fico pensando: de um lado, este momento é algo surreal. De outro, a responsabilidade é enorme. Estou em um dos melhores times do mundo”, diz Moraes.

Em 2023, quando estreou no Dakar, o piloto brasileiro teve grande desempenho. Longe de problemas ao longo da prova, Moraes e seu navegador naquela edição, o alemão Timo Gottschalk, chegou a aparecer na segunda posição na parte final da disputa, encerrando o maior rali do mundo com a terceira posição já correndo com um modelo Toyota.

“2023 já foi um ano mágico, no qual consegui disputar o Dakar pela primeira vez e terminei no pódio, algo inimaginável e muito além das expectativas. Agora na equipe principal da TGR, quero retribuir a confiança que foi depositada em mim e fazer um bom Dakar. Quero estar à altura, e estou pronto para os desafios que estão por vir. Eu me preparei a vida toda para isso”, completa Moraes.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Rally Dakar: Liderança de brasileiros é derrubada por três pneus furados

 

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 Os brasileiros Reinaldo Varela/Maykel Justo lideraram boa parte dos 419km da especial desta quinta-feira da 43ª edição do Rally Dakar. Mas após a parada de reabastecimento, quando tinham bons quatro minutos de dianteira para a dupla segundo colocada na categoria UTV, eles foram vítimas do que vem sendo considerado uma verdadeira praga deste Dakar: tiveram não um, mas três pneus furados. Com isso, chegaram a ficar parados por 40 minutos no meio do deserto até serem socorridos pela dupla portuguesa Lourenço Rosa/Joaquim Dias, que emprestou um pneu para que chegassem até o final do percurso do dia, que somou 625km da capital Riad até Al Qaisumah. A vitória foi da dupla Francisco Lopes Contardo/Juan Pablo Lopez.

Na especial da quarta-feira, a dupla já havia tido dois pneus furados. “O problema é o piso rochoso, cheio de pedras e bordas afiadas. E aí é uma loteria: você tem ou não sorte de passar por lá incólume”, diz Reinaldo Varela. “Tivemos pneus rasgados na lateral, o que indica que foram provavelmente as bordas das rochas que os cortaram. Estávamos na liderança e não é 100% certo que iríamos vencer, mas certamente é uma pena sermos tirados da disputa por algo assim, totalmente fortuito”, define o piloto da equipe Monster Energy Can-Am. Voltando a um bom ritmo a dupla ainda conseguiu recuperar algumas posições, mas só terminou na 12ª colocação do dia entre os 44 UTVs participantes.

Preocupação desde a estreia – A agressividade do piso na Arábia Saudita é uma preocupação dos competidores que surgiu já na estreia do Dakar naquele país, no ano passado. Na ocasião, após apenas quatro dos doze dias de corrida, calculava-se que os competidores já tinham feito um total aproximado de 600 trocas de pneu durante as especiais – considerando carros, motos, quadriciclos, caminhões e UTVs. 

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Rally Dakar: Vitória brasileira nos UTVs no oitavo dia de competição



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O Rally Dakar 2020 teve a primeira vitória brasileira em uma etapa, nesta segunda-feira (13/1). Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin, da Monster Energy/Can-Am/South Racing, foram os mais rápidos entre os UTVs (SxS) na oitava etapa da 42ª edição do principal rali do planeta. Foram 716 quilômetros percorridos no dia, 477 deles cronometrados, em um trajeto em laço em Wadi Al-Dawasir, na Arábia Saudita. Com o resultado, a dupla, que acelera o UTV Can-Am Maverick X3, subiu para a décima colocação na classificação geral da categoria, liderada pelos companheiros de equipe Casey Currie e Sean Berriman, dos Estados Unidos.


Depois de um início difícil de competição, Varela e Gugelmin, atuais campeões mundiais de Rally Cross Country da classe T3 e donos do título do Dakar em 2018 nos UTVs, passaram a fazer uma prova de recuperação, subindo posições no ranking, dia após dia. “Tudo perfeito para gente hoje, sem nenhum problema de navegação, de pilotagem ou mecânico. A especial foi bem longa e o clima estava muito frio. Conseguimos passar todos os UTVs e seguir abrindo a prova”, conta Gugelmin, navegador catarinense.

Já o piloto Varela descreve alguns detalhes do trajeto. “Encaramos dunas bem difíceis e muitas pedras em alguns trechos. Havia dunas ‘de bico’, onde muito carros e caminhões estavam atolando. Conseguimos andar bem e o Can-Am Maverick X3, mais uma vez, estava 100%”, diz o paulista de 60 anos, que participa pela sexta vez da competição.

Rally Dakar: Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin sobem na classificação geral dos UTVs



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O sétimo dia do Dakar 2020 terminou com Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin em sexto lugar nos UTVs. Na classificação geral da categoria, os brasileiros subiram para a 11ª posição. Outro destaque deste domingo (12/1) foi a volta à liderança da categoria da dupla Casey Currie e Sean Berriman, também da equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing, com o UTV Can-Am Maverick X3. Os norte-americanos completaram o trajeto de 741 km, sendo 546 cronometrados, entre Riyadh e Wadi Al-Dawasir, na Arábia Saudita, na segunda posição.


Para os brasileiros, o dia foi de trabalhar para a equipe. “Hoje foi de fácil navegação e pilotagem, com trechos muito rápidos, retas gigantes e poucas dunas. Atuamos como ‘mochileiros’ dos nossos companheiros de time e viemos o tempo todo atrás deles, sem ultrapassá-los. Chegamos até a ajudá-los a trocar pneu”, conta o navegador Gugelmin. Ao lado de Varela, o catarinense é o atual campeão mundial de Rally Cross Country da classe T3 e venceu o Dakar em 2018 nos UTVs.
Também da Monster Energy/Can-Am/South Racing, os espanhóis Gerard Farres Guell e Armand Monleon finalizaram o dia no top 10, na oitava posição. A vitória ficou com Blade Hildebrand, dos Estados Unidos, e Francois Cazalet, da França. Com domínio da Can-Am, a disputa entre os UTVs está acirrada desde o início da competição, com revezamento da liderança em todas as etapas até o momento.

Rally Dakar: Competidores aproveitam dia de descanso em Riyadh, Arábia Saudita



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Os brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin, da Monster Energy/Can-Am/South Racing, estão neste sábado (11/1) em Riyadh, capital da Arábia Saudita, para o dia de descanso do Rally Dakar 2020 - após seis etapas realizadas, metade da competição. Enquanto os mecânicos passaram as últimas horas fazendo um ajuste geral no UTV Can-Am Maverick X3, piloto e navegador aproveitaram, cada um do seu jeito, esse momento único longe das areias e das pedras.


Atual campeão mundial de Rally Cross Country da classe T3 e vencedor do Dakar em 2018 nos UTVs, Varela passeou pela cidade. “Aqui tem muitos prédios bonitos e shoppings. Sinceramente, não gosto muito do dia de descanso. Aqui os pilotos querem parar, mas, na minha opinião, o rali tinha que seguir direto”, destaca o paulista de 60 anos, patriarca da “Família da Poeira”.
Independente disso, ele usou o dia também para outros afazeres. “É quando temos tempo para lavar os macacões e as roupas, arrumar o motorhome e, claro, fazer uma manutenção preventiva completa no veículo. Trocamos algumas peças apenas por precaução, já que tá tudo sob controle”, completa Varela.

Rally Dakar: Top 3 para os brasileiros nos UTVs no sexto dia de competição



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Depois de cinco dias bem difíceis, os brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin finalizaram no top 3 dos UTVs (SxS) a sexta etapa do Dakar 2020, com o veículo Can-Am Maverick X3. Nesta sexta-feira (10/1), a competição partiu de Ha’il com destino a Riyadh, capital da Arábia Saudita, em um percurso de 830 quilômetros, sendo 477 cronometrados. Com o resultado, a dupla da Monster Energy/Can-Am/South Racing subiu três posições na classificação geral e ocupa agora o 13º lugar.


A vitória do dia ficou com os companheiros de equipe da dupla do Brasil, os espanhois Gerard Farres Guell e Armand Monleon. Porém, a liderança voltou para as mãos dos chilenos Francisco “Chaleco” Lopes e Juan Pablo Vinagre, que abriram uma vantagem de 9min48s para os segundos colocados, os norte-americanos Casey Currie e Sean Berriman, também da Monster Energy/Can-Am/South Racing.
Com um percurso 100% na areia, o desempenho do Can-Am Maverick X3 foi fundamental no resultado do dia. “A gente conseguiu andar limpo, sem problemas e, principalmente, sem furar o pneu, tudo muito tranquilo. Mantivemos um ritmo bom e o veículo esteve excelente o tempo todo durante a nossa performance, que nos deu o terceiro lugar. Sabemos que estamos muito atrás dos líderes, mas ainda tem muito Dakar pela frente e cada dia é uma surpresa”, ressalta Gugelmin, que ao lado de Varela é atual campeão mundial de Rally Cross Country da classe T3 e do Dakar em 2018 nos UTVs.
As baixas temperaturas também apimentaram o dia. “Largamos com o termômetro marcando três graus e fazia muito frio. Tomamos bastante cuidado ao longo do trajeto, que era cheio de dunas e nada de pedras. Fizemos muitas ultrapassagens e foi nosso primeiro dia sem ter que descer do veículo”, lembra Varela.

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Rally Dakar: Brasileiros ficam no top 10 no segundo dia da competição



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Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin, representantes do Brasil entre os UTVs (SxS) do Rally Dakar 2020, finalizaram o segundo dia de disputas em décimo lugar da categoria. Os competidores partiram nesta segunda-feira (6/1) de Al Wajh com destino a Neom, na região noroeste do país. Foram percorridos 401 quilômetros, desses 367 cronometrados, com mais uma vitória do UTV Can-Am Maverick X3 - desta vez, nas mãos do atual campeão e agora líder da prova, o chileno Francisco “Chaleco” Lopez, que tem como navegador o conterrâneo Juan Pablo Vinagre.

Para os brasileiros, depois de uma estreia conturbada, a palavra de ordem foi recuperação. Com a décima colocação na segunda etapa, Varela e Gugelmin, campeões mundiais da classe T3 em 2019 e vencedores do Dakar nos UTVs em 2018, subiram 12 posições na classificação geral.
“O dia foi difícil, com muitas ultrapassagens, principalmente em caminhões, o que demora demais. Tivemos um pneu furado e alguns erros de navegação, além da quebra de uma peça, por conta das muitas pedras no trajeto. Demoramos 18 minutos para trocar, o que comprometeu um pouco o resultado”, conta Varela, paulista de 60 anos, que disputa o sexto Dakar.
Integrantes da equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing, os brasileiros estão agora em 26º na tabela. Os companheiros de time Casey Currie e Sean Berriman, dos Estados Unidos, seguem na vice-liderança no ranking, que tem os cinco primeiros lugares dominados pela marca canadense. “A estratégia agora é tentar ganhar as especiais e seguir em frente para terminar mais um Dakar. Está tudo certo com o Can-Am Maverick X3. É impressionante o desempenho do veículo, temos muita confiança no UTV”, completa Varela.  

Rally Dakar: Domínio da Can-Am na etapa de abertura da edição 2020



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A etapa de abertura do Rally Dakar 2020 teve domínio da Can-Am na categoria para UTVs (SxS). Os nove primeiros colocados do dia aceleraram o Can-Am Maverick X3, veículo atual bicampeão da competição. Neste domingo (5/1), os participantes partiram de Jeddah rumo a Al Wajh, na Arábia Saudita, em um percurso de 752 quilômetros, sendo 319 de especiais (trechos cronometrados).

A vitória ficou com a dupla Aaron Domzala e Maciej Marton, da Polônia, que entrou para o clube dos vencedores de etapas do Dakar. Casey Currie e Sean Berriman, dos Estados Unidos e da equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing, terminaram o dia na segunda colocação, seguidos por Jose Antonio Lopez e Diego Gil, da Espanha.
Os conterrâneos Gerard Farres Guel e Armand Monleon, também da Monster Energy/Can-Am/South Racing, concluíram a etapa, considerada rápida, com trechos sinuosos, dunas e pedras, em oitavo lugar. Já os brasileiros, atuais campeões mundiais de Rally Cross Country da classe T3, donos do título do Dakar nos UTVs em 2018 e também pilotos oficiais Monster Energy/Can-Am/South Racing, tiveram problemas neste domingo e perderam muito tempo para concluir a especial, terminando em 38º lugar. “Ficamos sem ter como virar o volante devido a uma peça da coluna da direção, que partiu. Assim, perdemos uma hora e meia para consertar”, explica o navegador Gugelmin.