Por meio de
transmissão online, os pilotos Jean Azevedo, Tunico Maciel, Gregório
Caselani, Bissinho Zavatti e o chefe da Honda Racing de Rally, Dário
Júlio, acompanharam o anúncio de todas as novidades. Entre elas, o
formato da estrutura do evento em "bolhas", ou seja, em locais isolados
das cidades e com acesso restrito, sem contato com público e outras
pessoas que não sejam da caravana da competição.
Também foram
comunicados os protocolos de segurança que incluem medidas como a
obrigatoriedade de testes RT-PCR, uso de máscara em tempo integral,
medição diária de temperatura corporal, distanciamento de três metros
entre as equipes, limite de integrantes por time, rota única para os
carros de apoio determinada pela organização, abastecimento somente em
postos credenciados, proibição de ajuda externa de pessoas locais,
acesso à Internet na “bolha”, briefings virtuais e utilização de
estrutura médica própria do evento.
Maior campeão da história da competição nas motos, com sete títulos, Jean Azevedo compara a proposta do Sertões 2020 com o Dakar. "Este ano vai parecer muito com a prova que era na África. Vamos seguir de acampamento para acampamento, bem restrito e isolado do povo. É bem diferente, porém eu já vivenciei esse formato. A movimentação controlada do apoio vai obrigar o piloto ser mais autossuficiente e administrar melhor a prova, além de ter uma estratégia de corrida muito mais ajustada para esse novo panorama", comenta o paulista de São José dos Campos.
