Mostrando postagens com marcador Campeonato Mundial de Endurance. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Campeonato Mundial de Endurance. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de abril de 2024

Brasileiro Augusto Farfus vence no Campeonato Mundial de Endurance

 

 CURTA NOSSA FANPAGE: https://www.facebook.com/Paddock-Brasil  

Teve vitória brasileira nas 6 Horas de Ímola, segunda etapa do Campeonato Mundial de Endurance (WEC), realizada neste domingo (21) no Autódromo Enzo e Dino Ferrari. O brasileiro Augusto Farfus, pilotando um dos BMW M4 da Team WRT, foi o vencedor na categoria GT3 em parceria com o britânico Darren Leung e o indonésio Sean Gelael. O McLaren 750S GT3 número 59, que tem o brasileiro Nicolas Costa, ficou na 11ª posição na LMGT3. A vitória na classificação geral e na classe Hypercar ficou com o trio Mike Conway, Kamui Kobayashi e Nyck de Vries, que largou na sexta posição com o Toyota GR010 Hybrid. 

O tom de imprevisibilidade da prova surgiria logo na primeira volta, na entrada da curva Tamburello, com um acidente envolvendo vários carros, entre eles os Alpine de Charles Milesi e Matthieu Vaxiviere, o BMW de Marco Witmann e o Peugeot de Paul Di Resta.

Na saída do safety car, o trio Nicklas Nielsen, Antonio Giovinazzi e Robert Kubica se consolidou na ponta, confirmando o domínio apresentado pela Ferrari nos treinos e na classificação – assim como o predomínio de Aliaksandr Malykhin e seu Porsche 911 na GT3.

Mas a corrida para a marca italiana começou a desandar faltando 4 horas e 34 minutos, quando o carro 83 então guiado por Kubica, que de acordo com a direção de prova não teria respeitado os procedimentos de bandeira amarela na pista. A prova passou a ser liderada por Antonio Giovinazzi (51), Laurens Vanthoor (6) e Mike Conway (7).

Enquanto isso, o Lamborghini Huracan Evo2 da Iron Dames, guiado por Sarah Bovy, Doriane Pin e Michelle Gatting, desistiu por problemas eletrônicos. Faltando 4 horas de prova, Valentino Rossi assumiu o posto do BMW M4 para manter a segunda posição na GT3.

segunda-feira, 14 de junho de 2021

Endurance: Toyota usa parada a menos para vencer em Portimão, sua pista de testes

 

CURTA NOSSA FANPAGE: https://www.facebook.com/Paddock-Brasil

 Depois de conquistar a pole position no sábado, a equipe Alpine, do brasileiro André Negrão e os franceses Matthieu Vaxivière e Nicolas Lapierre, liderou as quatro primeiras das oito horas que compuseram a segunda etapa do Campeonato Mundial de Endurance (WEC), neste domingo, em Portugal. Mas este desempenho não foi suficiente para superar em Portimão a vantagem técnica dos Toyota GR010 Hybrid conduzidos pelos trios Sébastien Buemi/Kazuki Nakajima/Brendon Hartley e Mike Conway/Kamuui Kobayashi/José María López que, além de tudo, também competiam em sua pista de testes. 

O motor híbrido e a tração 4x4 garantiram aos bólidos japoneses a estratégia decisiva de fazer uma parada a menos nos boxes, o que não pôde ser superado pelo trio integrado pelo piloto de Campinas (SP). A vitória da Toyota, atual campeã, foi a de número 32 em 100 corridas disputadas pela marca japonesa no WEC. A Alpine realizou em Portimão sua segunda corrida na categoria Hypercars, a principal, onde rivaliza com a Toyota. Até o momento o time francês registrou um segundo lugar na primeira etapa, Spa (Bélgica), e o terceiro lugar em Portugal.

“Além de conhecerem essa pista como ninguém, eles também têm um carro que consome menos gasolina e por isso pode fazer menos paradas de box”, conta Negrão, que terminou no terceiro lugar e subiu pela segunda vez ao pódio na temporada. “O Toyota vencedor, na verdade, fez sete paradas e nós, nove – ou seja pararam duas vezes a menos. Diante disso acho que fizemos um ótimo trabalho. Enquanto essa vantagem não foi utilizada, na primeira metade da corrida, nós fomos muito competitivos e lideramos a prova. Mas todo mundo sabia que era uma luta muito difícil de vencer”, concluiu André, que é terceiro colocado no campeonato com 41 pontos.

quarta-feira, 28 de abril de 2021

Brasileiro busca título inédito para a Renault há mais de quatro décadas

 

CURTA NOSSA FANPAGE: https://www.facebook.com/Paddock-Brasil

Divisão de carros esportivos da Renault, a Alpine encerrou neste início de semana os trabalhos no prólogo, bateria de testes coletivos do FIA WEC realizada no circuito de Spa-Francorchamps, na Bélgica. O brasileiro André Negrão participou dos treinamentos dividindo o modelo Alpine A480 com seus dois parceiros, os franceses Nicolas Lapierre e Matthieu Vaxiviére. Ele será o único representante do Brasil na divisão Hypercars, que substitui a partir de 2021 a LMP1 na condição de classe principal do Mundial de Endurance. 

“Começamos na próxima quinta-feira feira nossa caminhada para Le Mans”, antecipou-se Negrão, referindo-se ao início dos treinos oficiais da primeira etapa do Mundial de Endurance, que abre a temporada no mesmo circuito belga onde fez os ensaios na segunda e terça feira. “Temos duas metas este ano, brigar pelo título mundial e tentar vencer em Le Mans. Ambas são possíveis. Os dois são um sonho para os franceses da Alpine”, definiu André, que já venceu tanto o Mundial (supertemporada 2018/2019) quanto Le Mans (2018 e 2019) na categoria LMP2, a segunda na escala de forças do WEC.
Nos anos 1970, a Renault preparou modelos com a chancela da Alpine para disputar as provas dos esporte-protótipos – carros construídos especialmente para as corridas e, por isso, com desempenho superior aos modelos de rua. Em 1978, a marca chegou ao objetivo máximo, conquistar Le Mans na categoria principal, com o Renault Alpine A442 V6 Turbo conduzido pelos franceses Didier Pironi e Jean-Pierre Jaussaud. Na época, os franceses quebraram a sequência de vitórias da alemã Porsche, que entre 1976 e 1987 obteria inacreditáveis 12 vitórias em 13 participações.

“Já se passaram 43 anos, mais de quatro décadas, daquela vitória de 1978”, observa André. “Se você imaginar que Le Mans é a corrida de endurance mais importante do mundo, é fácil perceber que efetivamente tem um efeito nas vendas de esportivos, especialmente no mercado europeu – e é isso o que faz uma fábrica entrar no esporte. E se pensar que se trata de uma corrida disputada na França, o quintal da Renault, dá para entender como uma vitória na categoria principal em Le Mans pode ser importante para eles. Especialmente depois de tanto tempo. Eu sou o único piloto não-francês do time. E já estou mega balançado só de pensar nessa possibilidade. É muita responsabilidade. Imagine então o resto do time”, conclui o brasileiro de 28 anos.

Testes em Spa – A equipe francesa se apresentou bem nos testes, terminando com o melhor tempo entre os competidores da classe Hypercar na segunda-feira, e em terceiro no dia seguinte. André ressalta, porém, que o balance of performance (BoP, sigla do programa de equilíbrio de desempenho do WEC) deverá mexer com as forças das equipes para a abertura do campeonato.