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Por Carla Giampaoli
o Grande Prêmio em Spa é um
dos mais clássicos presente no calendário da F1. e a previsão para a
corrida era de chuva. o que seria um caos completo que eu gosto e você também que eu sei.
até então, tudo se encaminhava para termos uma corrida. com pneus intermediários e com o carro acertado para a chuva, algumas equipes com mais e outras com menos asa. a direção de prova avisou que a volta de apresentação seria através do safety car para checar as condições de pista e os pilotos darem seus pontos de vista.
com a baixa visibilidade reportada por eles, foi decidido dar bandeira vermelha. porque como a maior parte da pressão aerodinâmica é gerada pelo assoalho do carro, eles produzem mais spray na pista, ocasionando baixa visibilidade. e o pneu de chuva não funciona? nesse caso geraria muito mais spray, dificultando ainda mais a visibilidade.
então, a decisão de esperar a chuva parar foi uma decisão cautelosa para evitar que acontecesse algo com os pilotos. Max Verstappen e Lewis Hamilton que tinham carros configurados para a corrida na chuva, ou seja, um carro com mais asa, não curtiram. enquanto, Gabriel Bortoleto e Carlos Sainz acharam que foi o certo a se fazer.
a largada que estava
prevista para acontecer às 15h na Bélgica (10h no horário de Brasília)
foi acontecer somente 1 hora e 20 minutos depois. 2 voltas atrás do
safety car e largada em movimento (sendo que daria para ser uma largada parada).
Lando Norris não durou muito na ponta e foi ultrapassado por Oscar
Piastri, exatamente no lugar onde Max ultrapassou o australiano na
sprint.
