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A principal categoria do automobilismo nacional está chegando para
acelerar em Goiânia (GO). Entre os dias 18 e 20 de março, os pilotos vão
encarar o anel externo do Autódromo Ayrton Senna em busca de pontos
importantes para o campeonato. A segunda etapa promete ser uma das mais
rápidas e disputadas do ano, já que o circuito oval costuma equalizar
homens e máquinas – a uma média de velocidade que supera os 180 km/h por
volta. Ano passado, neste mesmo formato, quem levou as duas corridas do
fim de semana foi Ricardo Maurício, que também foi o pole position da
nona etapa – um feito inédito no formato de duas corridas por fim de
semana, adotado ainda em 2014.
Em 2022 a capital goiana deve
repetir o número de etapas sediadas, com três presenças em dois finais
de semana do calendário. Isso quer dizer que além deste fim de semana,
Goiânia ainda vai receber a Stock em mais um fim de semana (disputando
duas etapas) no mês de outubro.
As características da pista já
são um grande desafio para o sistema de freios dos carros, somando tudo
isso ao fato de que as velocidades no circuito externo são muito altas –
de até 265 km/h -, os pilotos terão que cuidar muito bem dos freios se
quiserem se dar bem na etapa. Além da baixa umidade e as altas
temperaturas do ambiente e da pista, os pilotos costumam utilizar muito o
vácuo e isso acaba prejudicando o resfriamento de todo o carro,
inclusive dos freios que serão utilizados de forma intensa nas curvas 1 e
0 do circuito – as únicas do traçado que exigem freadas.
Todos
os carros da Stock Car Pro Series e da Stock Series são equipados com
discos de freio Fremax, que suportam até 720ºC de temperatura de
trabalho, e pastilhas de freio Fras-le, peças responsáveis pelo atrito
com os discos para a frenagem. As pastilhas são projetadas para
aguentarem até 840ºC de temperatura.