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OS PNEUS NA
PISTA
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O
P Zero Branco duro é o composto C2,
o P Zero Amarelo médio é o C3, o P Zero Vermelho macio é o C4: estes
são os três pneus nomeados para o GP de França neste fim de semana em
Paul Ricard.
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O
palco do GP da França de F1 é um
circuito bastante equilibrado, onde há um pouco de tudo: curvas rápidas
e retas de grande aceleração, bem como seções mais lentas e técnicas.
Isso tudo coloca cargas de energia média nos pneus, e é por isso que
Paul Ricard é considerada uma boa pista para
testes. Com 12 metros de largura, há muitas opções quando se trata de
linhas e ultrapassagens: todas oferecendo um desafio interessante para
os pilotos.
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A
reta Mistral – nomeada em homenagem
ao famoso vento francês, que também pode atrapalhar o equilíbrio
aerodinâmico dos carros – tem potencial para resfriar os pneus
dianteiros. Isso pode afetar a curva Signes, imediatamente depois: a
curva mais exigente de todo o circuito, feita de pé embaixo.
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Sair
da pista definitivamente é algo
a ser evitado: as distintas marcações tricolores vermelhas, brancas e
azuis contêm um material de alta fricção projetado para desacelerar os
carros rapidamente, com alto risco de prejudicar os pneus.
A estratégia vencedora do ano passado foi a de duas paradas de Max Verstappen. Uma aposta, pois ele foi o único entre os líderes a parar duas vezes, com os que estavam atrás dele parando apenas uma vez. A tática valeu a pena quando o piloto da Red Bull assumiu a liderança novamente uma volta antes da bandeira quadriculada.
