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A palavra resiliência tem sua origem no latim ‘resilientia’, que significa flexibilidade ou elasticidade. Usado com frequência nos nossos tempos, o termo faz referência à capacidade de quem se adapta a uma situação adversa para se recuperar e dar a volta por cima. E, depois do último fim de semana, a expressão se encaixa bem ao momento vivido por Erick Schotten. O catarinense de Timbó enfrentou um duro revés em meio a uma jornada dupla com o TCR South America/Brasil e a Stock Light no Velocitta. Um forte acidente durante a Corrida 1 do TCR no circuito localizado em Mogi Guaçu, no último sábado (25), causou uma pequena fratura no quinto metatarso do pé esquerdo de Erick, fato que encerrou de forma precoce sua campanha no interior paulista.
Antes do infortúnio, Erick mostrou novamente na pista o quanto se encontrou no TCR. O piloto da W2 Racing ProGP se destacou na classificação: foi o segundo mais rápido no Q1 e fechou a fase final da definição do grid de largada em sexto. Pela Stock Light, no começo da tarde de sábado, Schotten reagiu após uma tomada de tempos complicada, ganhou terreno, conquistou posições importantes e terminou em sexto após ter largado em 12º.
Poucas horas depois da ‘remontada’ na Light, Erick voltou à pista pelo TCR, em disputa válida pelos campeonatos sul-americano e brasileiro, a bordo do Cupra León VZ #7. Na abertura da quarta volta da prova, Schotten enfrentou uma falha no freio no momento em que se aproximou da Curva 1, perdeu o controle do carro e não conseguiu evitar o forte impacto na barreira de proteção. O piloto foi rapidamente atendido e, no intervalo de poucos minutos, foi encaminhado a um hospital local para exames que constataram a lesão no pé esquerdo.



