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A dupla da WCosta Rally Team, de Maricá (RJ), completou os 249 quilômetros da segunda etapa da 29º Sertões da especial deste domingo, 15, entre Patos (PB) e Araripina (CE) em 05h00min51seg, conquistando a quarta colocação do dia e mantiveram a terceira posição no acumulado entre os carros da Super Production. Wellington Costa e Rodrigo Mendonça, a bordo da Mitsubishi L200 Triton ER #353 da equipe, ainda tiveram que passar por outros 241 quilômetros de deslocamento final, até a bolha do Parque dos Vaqueiros, em Araripina (PE).
O trecho especial deste domingo teve dois complicadores. A começar pelo clima árido e quente que, mais uma vez, botou a prova o condicionamento físico de cada competidor. O outro fator foi o nível de dificuldade da prova, que ficou ainda mais “casca grossa”. Passando por 11 cidades, o trajeto iniciou por fazendas, e se destacou pela quantidade de buracos, mata burros, piso em erosão, trechos bem sinuosos com aclives, entre outras adversidades. A partir do meio da prova, as pistas foram de alta velocidade com piso de cascalhos, pedras e piçarras, bem característica do semi-árido nordestino, terminando aos pés da estátua de Padre Cicero, em Juazeiro do Norte (CE).
Por essas razões, optaram por uma estratégia mais conservadora de corrida. “Como tivemos percalços no dia de ontem, optamos por fazer uma corrida que mantivesse o carro e a nós bem. Hoje também foi um dia muito quente e, com toda a dificuldade do dia, o carro se comportou bem. O importante é que conseguimos completar a prova no tempo regulamentar, sem quebras e nem penais, o que nos dá confiança para recuperarmos tempo e posições nas próximas etapas. Nesta segunda, teremos um deslocamento difícil e bem travado, seguido das duas pernas da maratona e nossa meta é chegarmos bem”, relata Wellington Costa.
A terceira etapa da competição reserva uma das especiais mais bonitas de toda a competição. Os 220 quilômetros de trecho de prova entre Araripina (PE) e São Raimundo (PI) passa pela Serra da Capivara, um dos mais antigos sítios arqueológicos das Américas, com pinturas rupestres com mais de 50 mil anos de história. O caminho, por região montanhosa, terá muitas pedras, passagens por pontes altas e caminhos que exigem alta atenção do piloto. A especial promete ser mais travada, com pistas mais estreitas e que no final terá cerca de 15 km em trecho de areia. A previsão do tempo promete sol a pino, com temperatura na casa dos 34ºC.
O rali passará ainda por Xique-Xique (BA), Petrolina (PE), Delmiro Gouveia (AL), Arapiraca (AL) e Tamandaré (PE), onde será a chegada no dia 22, e sediará a cerimônia de premiação.
Fonte: SiG Comunicação - sig@sigcomunicacao.com.br

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