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Wellington Costa e Rodrigo Mendonça, da WCosta Rally Team, de Maricá (RJ), concluíram a terceira etapa da 29ª edição dos Sertões, entre Araripina (PE) e São Raimundo Nonato (PI), na terceira colocação entre os carros da Super Production. A dupla da Mitsubishi L200 Triton ER #353 completou os 220 quilômetros da especial em 03h44min28seg9. O bom resultado do dia fez a equipe subir uma posição na classificação da categoria, somando o tempo total de 13h12min50seg9.
O trajeto cronometrado desta terceira etapa entrou no Parque Nacional da Serra da Capivara, um dos mais antigos sítios arqueológicos das Américas, com pinturas rupestres com mais de 50 mil anos de história. O caminho, por região montanhosa, foi repleto de muitas pedras, passagens por pontes altas e trechos que exigiram alta atenção do piloto. A especial foi muito travada, com pistas mais estreitas. Apenas no final da especial os competidores passaram por trecho de areia de 15 km, chegando a pouco mais de 45 quilômetros da bolha de São Raimundo Nonato (PI).
“O dia foi perfeito desde a largada, imprimimos um ritmo seguro e forte durante todo o trajeto. O entrosamento entre piloto e navegador está cada vez mais afinado e a equipe tem sido essencial a cada etapa. Estamos com ânimo renovado em buscar de retomar a liderança da prova na categoria”, afirma Wellington Costa. "Amanhã vamos manter a regularidade e procurar preservar o equipamento, pois depois teremos o início da etapa Maratona", enfatizou o piloto.
Nesta terça-feira, 17, a caravana dos Sertões permanece em São Raimundo Nonato e os competidores terão uma prévia do que reservam as etapas de maratona. A especial, denominada “Laço do Vaqueiro”, terá 316 quilômetros de especial, que circundará a localidade, ainda dentro da Serra da Capivara, nos quais os competidores não poderão contar com sua equipe de apoio enquanto estiver acontecendo a prova. Será um trecho inédito em toda história dos Sertões, em que as máquinas percorrerão pelos cânions locais e pela vegetação de caatinga.
O início do percurso intercalará trechos de trial pesado, com pedras grandes, para depois seguir em piso arenoso, com radar e muitas lombas altas. No meio do trajeto, outro trial técnico difícil, com pareces de pedra, caindo em trecho sinuoso com muita vegetação local. Na sequência, pista de alta velocidade. O último quarto da prova reserva outros trechos mais sinuosos, com riachos secos, piso com muita quebradeiras e buracos, até voltar à bolha. Será a etapa que exigirá o mais alto nível técnico dos competidores e a que terá as retas de mais alta velocidade de toda competição.
O rali passará ainda por Xique-Xique (BA), Petrolina (PE), Delmiro Gouveia (AL), Arapiraca (AL) e Tamandaré (PE), onde será a chegada no dia 22, e sediará a cerimônia de premiação.
Fonte: SiG Comunicação - sig@sigcomunicacao.com.br

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